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Mulheres

Grávida tem síndrome que pode matá-la e só é curada após dar à luz

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Síndrome rara:

Você já ouviu falar na síndrome de HELLP? Ela é uma condição rara, que atinge mulheres durante a gravidez ou no pós parto; pode causar a morte da mãe, e é caracterizada pelo agravamento do quadro de mulheres que sofrem pré-eclâmpsia. O tratamento indicado, quando diagnosticada, é a interrupção da gravidez e muitas vezes, dependendo do quadro do feto, ele acaba não sobrevivendo.

Jackie Mangiolino passou justamente por isso. Aos 31 anos e na 25ª semana de gestação, os médicos descobriram que ela sofria de HELLP. Eles decidiram a manter em observação por mais seis dias, para que o nascimento do bebê fosse adiado o máximo possível. Mas esse período não foi nem um pouco tranquilo: ela teve picos de aumento de pressão arterial, assim como queda de plaquetas que a fizeram retornar ao hospital mais de uma vez. Seus níveis de proteína também diminuíram, em contraste com as dores, que se tornaram mais intensas.

Grávida tem síndrome rara

Em pouco tempo, seu filho, ainda na barriga, estava tomando injeções de esteroides e Jackie estava sendo medicada para evitar um acidente vascular cerebral. Eles precisaram realizar uma cesárea de emergência. O pequeno nasceu bem, mas ela e seu marido passaram quase 100 dias na UTI Neonatal ao seu lado para que ele se recuperasse completamente:

Grávida tem síndrome rara

Grávida tem síndrome rara

“Ele é incrível! Tivemos tanta sorte de não ter sofrido grandes distúrbios. Ele não teve sangramento cerebral, nem deformidades cardíacas, nem visão nem dano auditivo – ele é incrível”, disse Jackie.

Grávida tem síndrome rara

Agora, o pequeno se desenvolve com a ajuda de uma equipe pronta para atendê-lo em todos os aspectos. Essa história teve um final feliz e desejamos muita saúde para essa família.

Foto: Reprodução/ Facebook

Fonte: The Sun

Mulheres

Monumento na Nigéria presta homenagem a guerreira Amazona

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A cidade de Benin, na Nigéria, inaugurou vários monumentos por ocasião do Dia da Independência do país .

Entre as obras de arte, está uma estátua de mais de 30 metros, de uma Amazona, dedicada ao exército feminino da época do Reino de Dahomey ou Daomé (atual Benin).

A estátua é considerada por alguns a rainha Tassi Hangbè, que assumiu o comando militar após a morte do irmão gêmeo o rei Akaba, e governou entre 1708 e 1711.

Hangbè foi a primeira amazona a criar um batalhão com as melhores guerreiras.

As amazonas são responsáveis por boa parte da fama de Daomé – um dos reinos africanos mais poderosos, que existiu entre os séculos XVII e XIX.

De quinze reis em Daomé, a única mulher é Tassi Hangbé. E este é o único exército feminino de que se tem registro na história moderna.

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Curiosidades

Mulher cria vestidos inspirados em uma cidade francesa.

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A responsável por esta coleção de vestidos encantadores é a designer francesa, Sylvie Facon. Inspirada pela antiga cidade da região de Hauts-de-France. Ela criou um vestido Hommage à Arras, cheio de elegância que parece ter saído de um conto de fadas.

Inicialmente, o vestido parece ser uma criação de ficção. Mas um olhar mais atento revela que retrata as riquezas artísticas e arquitetônicas de Arras em sua verdadeira forma.

Os edifícios de inspiração flamenga da praça medieval da cidade são mostrados no busto. As estatuetas medievais de ouro são conhecidas como os Anjos de Saudemont e repousam na cintura do modelo.

Em contraste com estes conhecidos monumentos, a indumentária contém também os pequenos detalhes que distinguem Arras como única desde o seu pavimento até à sua flora.

A Facon visa “aperfeiçoar todas as etapas, do esboço ao ponto final”, criando peças que misturam grande arte com moda sob medida.

Imagens retiradas do Instagram

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Mulheres

Mãe reencontra filha trocada na maternidade, depois de 37 anos

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O caso aconteceu no interior de São Paulo. Maria Regina, que até então vivia com duas filhas em Ribeirão Preto, recebeu uma carta da Santa Casa de Sertãozinho (SP), em abril deste ano.

O bilhete informava que duas bebês nascidas em 1985 haviam sido trocadas, e uma delas era a filha da mulher.

Maria Regia ligou para a advogada e disse estar em choque, como se um cometa tivesse caído em sua cabeça.

Uma mistura de revolta e alegria tomou conta da mãe que reencontrou a filha biológica, depois de 37 anos. Durante esse tempo todo ninguém desconfiou de nada.

Como foi a troca

A suspeita da troca veio à tona quando a bióloga Mônica Tatiane Ribeiro, de 37 anos, descobriu que não era filha do casal que a criou quando estava grávida.

“Descobri em setembro de 2021. Foi muito doloroso. Eu estava grávida, então foi um processo bem difícil digerir tudo isso. Esperei a gravidez para ir atrás da Santa Casa e encontrar a minha mãe biológica”, relatou.

O caso foi esclarecido de vez depois que Maria Regina e Mônica fizeram um exame de DNA.

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