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A Boa do Dia

Filha de casal negro nasce albina. Até que um homem a vê na rua e a leva para este lugar

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A pequena Ava Clarke (8) tem uma característica incomum, seus pais são de raça negra e ela é albina. Seu cabelo afro impõe sua origem, mas com um toque especial ele se apresenta loiro.

Ava também tem a pele branca e os olhos azuis. Por ter uma beleza singular isso fez com que ela se tornasse modelo. A menina já está arrasando e encantando a todos no mundo da moda (e fora dele!).

Desde que nasceu, muitos especialistas ficaram surpresos com Ava devido ao seu transtorno genético que se define por uma deficiência na coloração da pele. Alguns médicos chegaram a alertar de que ela poderia ficar cega, mas nada disso aconteceu e a menina conseguiu aproveitar ao máximo a sua condição.

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Ava vai para a escola, usa óculos, tem amigos e leva uma vida normal como qualquer outra criança de sua idade. Sua família a apoia em todos os momentos.

Mesmo com sua pouca idade, ela já possui em seu currículo trabalho para revistas como: Denim, Boom e VIP.

Em sua conta no Instagram, Ava compartilha com seus familiares, admiradores e amigos fotos maravilhosas em que ela aparece cativando a todos com sua beleza inusitada. Confira mais algumas delas:

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  • Foto: Reprodução/ Instagram The Ava Clark Dotcom

Fascinante, não acha? Tomara que Ava seja sempre feliz com suas diferenças incríveis, até porque cada um de nós temos uma forma toda especial de sermos belos!

Se gostou, curta e compartilhe essa história em suas redes sociais!

Por Brenda Prestes

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A Boa do Dia

Amor de mãe ajuda filha a acordar do coma após 5 anos

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O amor de uma mãe superou barreiras e ajudou a sua filha, em coma há 5 anos, a despertar novamente para o mundo. Os médicos falaram que ela não sobreviveria, mas a mãe resistiu, lutou e nunca deixou de acreditar na filha.

Jennifer Flewellen tinha 35 anos quando, em 2017, sofreu um acidente de carro. Em estado gravíssimo, Jennifer foi levada para um hospital e colocada em coma induzido. No terceiro dia, sua mãe, Peggy Means, recebeu a notícia dos médicos: era preciso retirar a filha do suporte de vida.

Mas para Peggy, nada era impossível. Ela manteve as esperanças contra as probabilidades, e no final, venceu. Em 2022, cinco anos depois do acidente, uma risada mudou tudo. “Ela começou a rir. Comecei a levá-la até o prédio e então pensei, ela está rindo, então parei e peguei meu telefone”, explicou a mãe.

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A Boa do Dia

Bondade: o gesto simples desse motorista salvou o dia desse garotinho.

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Um motorista de ônibus comprou um pijama para um aluno que estava triste porque ia perder o dia temático do pijama na escola. Ele levou o pijama de surpresa e trouxe alegria para o rosto da criança!

Larry Farrish Jr é motorista de ônibus da Escola Pública do Condado de Jefferson, Estados Unidos. Quando ele viu Levi Carrier, um dos alunos mais animados do ônibus triste, ele entendeu que havia algo errado.

Como a família do menino não tem máquina de lavar, o pijama não foi lavado a tempo do dia temático na escola. Larry não queria ver Levi cabisbaixo. Então, ele deixou os alunos na escola, foi até uma loja, comprou o pijama e retornou de surpresa o item para Levi. O menino amou!

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A Boa do Dia

Brasileira surda, é pioneira em defender doutorado em Libras.

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Uma pesquisadora surda defendeu o doutorado sobre Libras, a Língua Brasileira de Sinais e reivindicou o protagonismo para surdos na academia.

Heloise Gripp Diniz, de 48 anos, inovou e defendeu a tese em Libras na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O ineditismo da conquista é só mais um que ela venceu durante os estudos.

Agora, a primeira surda a conquistar o título no Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade, Heloise quer que mais pessoas com deficiência auditiva liderem a produção de conhecimento sobre si próprias.

Tese sobre vivência

Na academia, a pesquisadora formada em letras-libras, com mestrado em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina, inovou no tema.

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A tese foi sobre Variação fonológica das letras manuais na soletração manual em Libras.

Assim como o português, a língua de sinais também tem suas variações.

“Minha pesquisa evidencia que há variação fonológica nas letras manuais de acordo com a soletração manual, destacando a diversidade e a riqueza linguística presentes nesse aspecto das libras”, explicou.

Defendeu doutorado em Libras

Para ela, chegar em uma universidade prestigiada como a UFRJ, e defender a pesquisa acadêmica sobre a língua de sinais por meio dela própria, é um avanço para toda a comunidade.

“Este avanço não apenas celebra as conquistas individuais, mas também fortalece o movimento mais amplo em prol dos direitos, inclusão social e reconhecimento dos povos surdos e das comunidades surdas, tanto acadêmicas, quanto não acadêmicas”, destacou.

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Heloise fez questão de frisar que a conquista dela avança em direção a uma maior valorização da comunidade.

“Essa conquista simboliza um passo significativo rumo à valorização, visibilidade e respeito pelas contribuições e perspectivas únicas dos surdos em todos os aspectos da sociedade”.

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