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A Boa do Dia

Você nunca mais vai comer as batatas do McDonald’s novamente após ver isso

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Deu fome só de ver a foto de capa. Mas o assunto é sério!

Michael Pollan, um renomado ativista, exemplifica, por meio das batatas do McDonald’s, como a indústria do alimento pode afetar seriamente a nossa saúde através de hábitos alimentares comuns.

Pollan lança um olhar crítico a respeito das batatas do tipo Russet Burbank, as usadas pelo McDonald’s, que são difíceis de serem cultivadas. Essas batatinhas são mais propensas a um tipo de necrose que, para ser abolida, necessita de um pesticida conhecido como Monitor, altamente tóxico.

O Monitor possui tantas toxinas que os agricultores não entram na área de cultivo por 5 dias após sua aplicação. E, após o cultivo, eles devem colocá-las em um galpão, pois as mesmas não são comestíveis por 6 semanas e só podem ser consumidas quando tiverem eliminado todas as substâncias químicas do seu interior. Isso é… se conseguirem eliminar.

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Assista ao vídeo abaixo e veja todas as declarações assustadores de Pollan:

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A Boa do Dia

Amor de mãe ajuda filha a acordar do coma após 5 anos

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O amor de uma mãe superou barreiras e ajudou a sua filha, em coma há 5 anos, a despertar novamente para o mundo. Os médicos falaram que ela não sobreviveria, mas a mãe resistiu, lutou e nunca deixou de acreditar na filha.

Jennifer Flewellen tinha 35 anos quando, em 2017, sofreu um acidente de carro. Em estado gravíssimo, Jennifer foi levada para um hospital e colocada em coma induzido. No terceiro dia, sua mãe, Peggy Means, recebeu a notícia dos médicos: era preciso retirar a filha do suporte de vida.

Mas para Peggy, nada era impossível. Ela manteve as esperanças contra as probabilidades, e no final, venceu. Em 2022, cinco anos depois do acidente, uma risada mudou tudo. “Ela começou a rir. Comecei a levá-la até o prédio e então pensei, ela está rindo, então parei e peguei meu telefone”, explicou a mãe.

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A Boa do Dia

Bondade: o gesto simples desse motorista salvou o dia desse garotinho.

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Um motorista de ônibus comprou um pijama para um aluno que estava triste porque ia perder o dia temático do pijama na escola. Ele levou o pijama de surpresa e trouxe alegria para o rosto da criança!

Larry Farrish Jr é motorista de ônibus da Escola Pública do Condado de Jefferson, Estados Unidos. Quando ele viu Levi Carrier, um dos alunos mais animados do ônibus triste, ele entendeu que havia algo errado.

Como a família do menino não tem máquina de lavar, o pijama não foi lavado a tempo do dia temático na escola. Larry não queria ver Levi cabisbaixo. Então, ele deixou os alunos na escola, foi até uma loja, comprou o pijama e retornou de surpresa o item para Levi. O menino amou!

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Brasileira surda, é pioneira em defender doutorado em Libras.

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Uma pesquisadora surda defendeu o doutorado sobre Libras, a Língua Brasileira de Sinais e reivindicou o protagonismo para surdos na academia.

Heloise Gripp Diniz, de 48 anos, inovou e defendeu a tese em Libras na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O ineditismo da conquista é só mais um que ela venceu durante os estudos.

Agora, a primeira surda a conquistar o título no Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade, Heloise quer que mais pessoas com deficiência auditiva liderem a produção de conhecimento sobre si próprias.

Tese sobre vivência

Na academia, a pesquisadora formada em letras-libras, com mestrado em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina, inovou no tema.

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A tese foi sobre Variação fonológica das letras manuais na soletração manual em Libras.

Assim como o português, a língua de sinais também tem suas variações.

“Minha pesquisa evidencia que há variação fonológica nas letras manuais de acordo com a soletração manual, destacando a diversidade e a riqueza linguística presentes nesse aspecto das libras”, explicou.

Defendeu doutorado em Libras

Para ela, chegar em uma universidade prestigiada como a UFRJ, e defender a pesquisa acadêmica sobre a língua de sinais por meio dela própria, é um avanço para toda a comunidade.

“Este avanço não apenas celebra as conquistas individuais, mas também fortalece o movimento mais amplo em prol dos direitos, inclusão social e reconhecimento dos povos surdos e das comunidades surdas, tanto acadêmicas, quanto não acadêmicas”, destacou.

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Heloise fez questão de frisar que a conquista dela avança em direção a uma maior valorização da comunidade.

“Essa conquista simboliza um passo significativo rumo à valorização, visibilidade e respeito pelas contribuições e perspectivas únicas dos surdos em todos os aspectos da sociedade”.

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