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Família

Vídeo emocionante mostra garota com síndrome de down conseguindo seu primeiro emprego

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Família gravou o momento em que Julia recebeu a boa notícia

Para a maioria das pessoas, conseguir o primeiro emprego ainda na adolescência é um passo muito importante. Pode ser considerado o começo de uma nova fase da vida, onde damos um passo rumo à independência.

Além disso, é estimulante ganhar dinheiro, conhecer novas pessoas e passar o tempo em um novo ambiente.

Para Julia Hock, uma menina de 16 anos que vive na Califórnia, esse momento foi ainda mais simbólico.

Julia nasceu com síndrome de down e, por isso, não foi fácil encontrar empresas que possuíssem uma cultura inclusiva. Mas a família Hock não desistiu.

A pequena nunca deixa suas necessidades especiais impedi-la de cumprir seus objetivos. Aos dezessete anos, já é líder de torcida e ajuda com o carrinho de lanches da cidade.

Foto: Kerri Bas Hock

As pessoas do local passaram a confiar em seu sorriso alegre e atitude trabalhadora.

Como qualquer adolescente em crescimento, Julia decidiu que queria um emprego oficial, e com a ajuda de seus amigos e do orientador da escola, se inscreveu para um entrevista na rede de fast food Chick Fil A.

“Várias crianças na escola escreveram cartas de recomendação para a empresa, e ela nem teve que pedir”, disse a mãe, Kerri Bass Hock. “Algumas outras crianças a ajudaram a escolher roupas e a levaram de carro para a entrevista”, conta.

Foto: Kerri Bass Hock

Kerri diz que Julia seria perfeita para trabalhar no restaurante. “Ela é muito amigável e sociável. A pessoa que ama o não-amável “.

Então, Julia passou por duas rodadas de entrevistas e estava ansiosa pelo contato da empresa. Quando eles finalmente ligaram, a família decidiu gravar tudo.

Confira:

https://www.facebook.com/kerri.b.hock/videos/vb.1057141979/10211740515562516/?type=2&video_source=user_video_tab

“Eu estou contratada!”, diz a garota com alegria.

Foto: Kerri Bass Hock

Kerri compartilhou uma foto de Julia no primeiro dia no novo trabalho. Parece que ela está se adaptando perfeitamente, e nós esperamos que ela ame sua nova família do trabalho.

Fonte: InspireMore

Família

10 frases do Papa Francisco sobre a família.

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Em diversas oportunidades, o papa Francisco dedicou algumas palavras para destacar a importância da família, tendo inclusive convocado um Sínodo Extraordinário e um Sínodo Ordinário para abordar este tema, resultando na exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia.

Por ocasião da Semana Nacional da Família, que tem início hoje no Brasil, apresentamos a seguir 10 frases do pontífice sobre a família, sua importância e missão na Igreja e na sociedade:

1. “A aliança de amor e fidelidade, vivida pela Sagrada Família de Nazaré, ilumina o princípio que dá forma a cada família e a torna capaz de enfrentar melhor as vicissitudes da vida e da história. Sobre este fundamento, cada família, mesmo na sua fragilidade, pode tornar-se uma luz na escuridão do mundo”. (Amoris Laetitia, numeral 66, capítulo 3).

2. “Uma família e uma casa são duas realidades que se reclamam mutuamente. Este exemplo mostra que devemos insistir nos direitos da família, e não apenas nos direitos individuais. A família é um bem de que a sociedade não pode prescindir, mas precisa ser protegida”. (Amoris Laetitia, numeral 44, capítulo 2).

O que é uma família?

3. “O que é a família? Para além de seus prementes problemas e de suas necessidades urgentes, a família é um ‘centro de amor’, onde reina a lei do respeito e da comunhão, capaz de resistir aos ataques da manipulação e da dominação dos ‘centros de poder’ mundanos” (Mensagem ao 1º Congresso Latino-americano de Pastoral Familiar, ocorrido em agosto de 2014)

4. “Esta é a grande missão da família: deixar lugar a Jesus que vem, acolher Jesus na família, na pessoa dos filhos, do marido, da esposa, dos avós… Jesus está aí. É preciso acolhê-lo ali, para que cresça espiritualmente naquela família” (Catequese da Audiência Geral de 17 de dezembro de 2014). 

5. “As famílias constituem o primeiro lugar onde nos formamos como pessoas e, ao mesmo tempo, são os ‘tijolos’ para a construção da sociedade” (Homilia na celebração do matrimônio de 20 casais na Basílica de São Pedro, em 14 de setembro de 2014).

6. “Discute-se muito hoje sobre o futuro, sobre o tipo de mundo que queremos deixar aos nossos filhos, que sociedade queremos para eles. Creio que uma das respostas possíveis se encontra pondo o olhar em vós, nesta família que falou, em cada um de vós: deixemos um mundo com famílias. É o melhor legado” (discurso no encontro com as famílias em Cuba, em 22 de setembro de 2015).

7. “O convívio é um termômetro garantido para medir a saúde das relações: se em família tem algum problema, ou uma ferida escondida, à mesa compreende-se imediatamente. Uma família que raramente faz as refeições unida, ou na qual à mesa não se fala mas assiste-se à televisão, ou se olha para o smartphone, é uma família ‘pouco família’” (Catequese da Audiência Geral de 11 de novembro de 2015).

O dom mais valioso

8. “O dom mais valioso para os filhos não são as coisas, e sim o amor dos pais. E não me refiro só ao amor dos pais para os filhos, mas o amor dos pais entre eles, quer dizer, a relação conjugal. Isto faz muito bem a vocês e também a seus filhos! Não descuidem a família!” (Discurso durante audiência aos funcionários da Santa Sé, em 21 de dezembro de 2015).

9. “As famílias não são peças de museu, mas é através delas que se concretiza o dom, no compromisso recíproco e na abertura generosa aos filhos, assim como no serviço à sociedade” (Discurso em audiência aos participantes de encontro promovido pela Federação Europeia das Associações Familiares Católicas, em 1º de junho de 2017).

10. “Vocês são um ícone de Deus: a família é um ícone de Deus. O homem e a mulher: precisamente a imagem de Deus. Ele disse, não sou eu que digo. E isso é grande, é sagrado” (discurso durante audiência com delegação do Fórum das Associações Familiares, em 16 de junho de 2018).

Missão no mundo

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Família

Brasileiro é resgatado depois de passar 5 dias isolado numa ilha.

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Nelson Ribeiro, 50 anos, é jardineiro e ficou ilhado por 5 dias, numa Ilha das Palmas, na praia de Grumari, zona oeste do Rio de Janeiro.

O jardineiro foi resgatado neste fim de semana por bombeiros, graças a uma pessoa que passeava numa moto aquática, e pediu ajuda.

Além de ter a vida preservada, Nelson, reencontrou a família, a tempo de passar o Dia dos Pais com a filha.

Ele contou ter sobrevivido ao isolamento comendo dois limões, um pedaço de carvão e bebendo água salgada misturada com doce.

Foi na última segunda-feira, (8), que Nelson Ribeiro saiu de casa, sem dizer a ninguém aonde ia, e seguiu para as praias da região de Grumari.

Segundo ele, o mar estava agitado e ele ficou em uma pedra admirando a ressaca. A correnteza o teria levado para perto da Ilha das Palmas.

Para ser encontrado, Nelson improvisou uma bandeira com materiais encontrados numa barraca. Quando ele avistou um jet sky, começou a acenar com a camiseta.

Fonte:internet

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Família

Pai volta pra casa após 10 anos de dependência química.

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Jaime de Paula Oliveira, de 55 anos, ficou longe da família por 10 anos. Ele viveu nas ruas de Curitiba e sofria com a dependência química.

A filha de Jaime, Juliane de Paula Oliveira, 25 anos, sempre quis o pai de volta em sua vida, mas não teve sucesso nas tentativas de trazê-lo para casa.

Jaime se afastou da família e foi parar nas ruas por causa das drogas. Nos primeiros cinco anos, ele chegou a fazer poucos contados com a filha, mas depois desapareceu de vez. “Eu era usuário, vivia sujo e fedido. Não queria que minha filha me visse naquela situação e nem transferir para ela o meu problema”, explicou.

Jaime estava desconfortável coma situação. Então, decidiu buscar ajuda. O apoio veio de uma fundação que ajuda pessoas em situação de rua. Lá ele foi acolhido e arrumou emprego por duas vezes, mas acabou retornando para as ruas.

“Eu nunca quis mudar o número do meu telefone porque sabia que era o único meio que meu pai tinha de me encontrar. Eu sabia que um dia ele podia me ligar”, contou.

O trabalho, segundo ela, foi a alavanca que ele precisava para a virada de chave. “Ele viu que com o trabalho ele podia ter uma casa, ter as próprias coisas.”

De volta pra casa

Ter a filha por perto foi o que motivou Jaime a sair das ruas. “Ela sempre foi meu foco e hoje é minha alegria. Como não tenho pai e mãe, ela é a única pessoa na minha vida”, contou.

Hoje, Jaime comemora cada momento com a filha. “Ela vem na minha casa, nós saímos almoçar. Já avisei que daqui pra frente eu serei um carrapato”, brincou.

“Eu estou muito feliz em ver em quem ele se transformou, ele é uma outra pessoa, tranquila e muito esforçada”, contou Juliane.

Fonte

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