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Mulheres

Veja o que ninguém nunca lhe contou sobre as mulheres que passam pela cesariana

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A forma que um bebê vem ao mundo é especial e algo totalmente natural e lindo. Seja como parto normal, humanizado ou cesariana, o momento é único e a mulher merece todo o suporte e conforto. Muitas vezes é a própria mãe que escolhe o método a seguir, porém em alguns casos é preciso realizar a cesariana, por questões médicas.

  • Parto normal/vaginal:

Parto normal

O método oferece um menor tempo de recuperação e a passagem do bebê pelo canal vaginal ajuda a preparar seu pulmão para o ambiente externo. Além disso, alguns estudos ainda mostram que nessa passagem, a criança entra em contato com algumas bactérias e isso diminui as chances de determinadas doenças ao longo da vida, fortalecendo seu sistema imunológico. Aqui, quem decide o momento do nascimento é o próprio bebê e é possível amamentá-lo logo na primeira hora de vida.

Embora tenha muitas vantagens, o trabalho de parto pode ser cansativo e durar longas horas. Por isso e para evitar complicações, é importante fazer um acompanhamento médico durante toda a gestação. Dessa forma, junto com o especialista, a mulher poderá realizar sua escolha.

  • Cesariana:

Cesariana

Há muitos casos em que a mulher precisa ter seu bebê pela cesariana. A posição da criança e a saúde da mulher são alguns dos principais motivos para essa orientação médica. Outras mães apenas optam pelo método pois acreditam ser a melhor escolha para elas e a mais confortável. O médico realiza uma incisão no abdômen e no útero da mulher e retira o bebê através desse espaço.

Como são consideradas cirurgias abdominais de grande porte, oferecem mais riscos do que o parto normal. Provocam mais dor durante a recuperação e pode aumentar os riscos de infecções. As complicações durante esse procedimento também são maiores. Mas, mesmo com as desvantagens, existem muitos casos em que ela é necessária!

O importante é priorizar a saúde e o bem-estar da mãe e do bebê e realizar as avaliações médicas necessárias.

Foto: Reprodução/ Internet

Fonte: Cura Pela Natureza

Mulheres

Monumento na Nigéria presta homenagem a guerreira Amazona

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A cidade de Benin, na Nigéria, inaugurou vários monumentos por ocasião do Dia da Independência do país .

Entre as obras de arte, está uma estátua de mais de 30 metros, de uma Amazona, dedicada ao exército feminino da época do Reino de Dahomey ou Daomé (atual Benin).

A estátua é considerada por alguns a rainha Tassi Hangbè, que assumiu o comando militar após a morte do irmão gêmeo o rei Akaba, e governou entre 1708 e 1711.

Hangbè foi a primeira amazona a criar um batalhão com as melhores guerreiras.

As amazonas são responsáveis por boa parte da fama de Daomé – um dos reinos africanos mais poderosos, que existiu entre os séculos XVII e XIX.

De quinze reis em Daomé, a única mulher é Tassi Hangbé. E este é o único exército feminino de que se tem registro na história moderna.

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Curiosidades

Mulher cria vestidos inspirados em uma cidade francesa.

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A responsável por esta coleção de vestidos encantadores é a designer francesa, Sylvie Facon. Inspirada pela antiga cidade da região de Hauts-de-France. Ela criou um vestido Hommage à Arras, cheio de elegância que parece ter saído de um conto de fadas.

Inicialmente, o vestido parece ser uma criação de ficção. Mas um olhar mais atento revela que retrata as riquezas artísticas e arquitetônicas de Arras em sua verdadeira forma.

Os edifícios de inspiração flamenga da praça medieval da cidade são mostrados no busto. As estatuetas medievais de ouro são conhecidas como os Anjos de Saudemont e repousam na cintura do modelo.

Em contraste com estes conhecidos monumentos, a indumentária contém também os pequenos detalhes que distinguem Arras como única desde o seu pavimento até à sua flora.

A Facon visa “aperfeiçoar todas as etapas, do esboço ao ponto final”, criando peças que misturam grande arte com moda sob medida.

Imagens retiradas do Instagram

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Mulheres

Mãe reencontra filha trocada na maternidade, depois de 37 anos

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O caso aconteceu no interior de São Paulo. Maria Regina, que até então vivia com duas filhas em Ribeirão Preto, recebeu uma carta da Santa Casa de Sertãozinho (SP), em abril deste ano.

O bilhete informava que duas bebês nascidas em 1985 haviam sido trocadas, e uma delas era a filha da mulher.

Maria Regia ligou para a advogada e disse estar em choque, como se um cometa tivesse caído em sua cabeça.

Uma mistura de revolta e alegria tomou conta da mãe que reencontrou a filha biológica, depois de 37 anos. Durante esse tempo todo ninguém desconfiou de nada.

Como foi a troca

A suspeita da troca veio à tona quando a bióloga Mônica Tatiane Ribeiro, de 37 anos, descobriu que não era filha do casal que a criou quando estava grávida.

“Descobri em setembro de 2021. Foi muito doloroso. Eu estava grávida, então foi um processo bem difícil digerir tudo isso. Esperei a gravidez para ir atrás da Santa Casa e encontrar a minha mãe biológica”, relatou.

O caso foi esclarecido de vez depois que Maria Regina e Mônica fizeram um exame de DNA.

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