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Mulheres

Quem vê esse bebê prematuro sorrir à toa não imagina o que ele passou para se recuperar

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A foto de um bebê sorrindo após uma cirurgia cardíaca tem feito a alegria das pessoas mundo a fora. Ela traz esperança e força, mesmo vinda de alguém ainda tão pequeno, mas já com muita história para contar.

A British Heart Foundation (Fundação Britânica do Coração) compartilhou a história do pequeno Ellis, que nasceu prematuro e tinha fluídos nos pulmões e um defeito do septo ventricular na parede que separava as duas câmaras inferiores do coração. Ele precisou esperar três meses para ser submetido a um procedimento cirúrgico, pois precisava ficar maior.

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A instituição identificou a mãe como Stephanie e agradeceu o suporte dado não só por eles, mas por todos que acompanharam a história do filho:“Ele é um guerreiro do coração feliz e saudável, e nós vamos ser eternamente gratos a todo mundo da BHF por suas pesquisas,e à equipe do hospital por seu cuidado excepcional — obrigada por consertar o coração do nosso bebê”

Depois do procedimento, o pequeno ficou seis dias no Hospital Geral de Southampton, na Inglaterra e pôde enfim voltar para casa. Segundo a mãe, os exames durante a gestação não apontavam qualquer anormalidade no bebê, mas que após ele ter nascido seis semanas antes do esperado e passado por outros exames, os médicos enfim detectaram que algo estava errado.

Ela comentou ainda sobre como foi enfrentar esses meses ao lado do filho e que está muito orgulhosa pela sua recuperação:

“Ter crianças é maravilhoso, uma mudança de vida, e raramente acontece algo para o que você se preparou, mas nada poderia nos preparar para estes últimos meses”, disse.

Que bom que o pequeno Ellis está bem e sorrindo à toa, deixando todos contagiados com sua alegria.

Foto: Reprodução/ Internet/ Instagram

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Mulheres

Monumento na Nigéria presta homenagem a guerreira Amazona

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A cidade de Benin, na Nigéria, inaugurou vários monumentos por ocasião do Dia da Independência do país .

Entre as obras de arte, está uma estátua de mais de 30 metros, de uma Amazona, dedicada ao exército feminino da época do Reino de Dahomey ou Daomé (atual Benin).

A estátua é considerada por alguns a rainha Tassi Hangbè, que assumiu o comando militar após a morte do irmão gêmeo o rei Akaba, e governou entre 1708 e 1711.

Hangbè foi a primeira amazona a criar um batalhão com as melhores guerreiras.

As amazonas são responsáveis por boa parte da fama de Daomé – um dos reinos africanos mais poderosos, que existiu entre os séculos XVII e XIX.

De quinze reis em Daomé, a única mulher é Tassi Hangbé. E este é o único exército feminino de que se tem registro na história moderna.

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Curiosidades

Mulher cria vestidos inspirados em uma cidade francesa.

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A responsável por esta coleção de vestidos encantadores é a designer francesa, Sylvie Facon. Inspirada pela antiga cidade da região de Hauts-de-France. Ela criou um vestido Hommage à Arras, cheio de elegância que parece ter saído de um conto de fadas.

Inicialmente, o vestido parece ser uma criação de ficção. Mas um olhar mais atento revela que retrata as riquezas artísticas e arquitetônicas de Arras em sua verdadeira forma.

Os edifícios de inspiração flamenga da praça medieval da cidade são mostrados no busto. As estatuetas medievais de ouro são conhecidas como os Anjos de Saudemont e repousam na cintura do modelo.

Em contraste com estes conhecidos monumentos, a indumentária contém também os pequenos detalhes que distinguem Arras como única desde o seu pavimento até à sua flora.

A Facon visa “aperfeiçoar todas as etapas, do esboço ao ponto final”, criando peças que misturam grande arte com moda sob medida.

Imagens retiradas do Instagram

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Mulheres

Mãe reencontra filha trocada na maternidade, depois de 37 anos

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O caso aconteceu no interior de São Paulo. Maria Regina, que até então vivia com duas filhas em Ribeirão Preto, recebeu uma carta da Santa Casa de Sertãozinho (SP), em abril deste ano.

O bilhete informava que duas bebês nascidas em 1985 haviam sido trocadas, e uma delas era a filha da mulher.

Maria Regia ligou para a advogada e disse estar em choque, como se um cometa tivesse caído em sua cabeça.

Uma mistura de revolta e alegria tomou conta da mãe que reencontrou a filha biológica, depois de 37 anos. Durante esse tempo todo ninguém desconfiou de nada.

Como foi a troca

A suspeita da troca veio à tona quando a bióloga Mônica Tatiane Ribeiro, de 37 anos, descobriu que não era filha do casal que a criou quando estava grávida.

“Descobri em setembro de 2021. Foi muito doloroso. Eu estava grávida, então foi um processo bem difícil digerir tudo isso. Esperei a gravidez para ir atrás da Santa Casa e encontrar a minha mãe biológica”, relatou.

O caso foi esclarecido de vez depois que Maria Regina e Mônica fizeram um exame de DNA.

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