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Super Humanos

Homem elimina mais de 160 kg para que o filho autista possa crescer ao lado do pai

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Homem perde 160 kg pelo filho autista

2013 foi um ano quase fatídico para o norte-americano Zach Moore, de 37 anos. Sofrendo com a obesidade, ele chegou a pesar 225 quilos em dezembro do ano citado e teve um hospital como ‘lar’ por 8 dias devido a uma grave infecção alimentar.

Por conta da doença, Zach desenvolveu problemas de saúde que afetavam diretamente o sono e que começavam a atingir o coração. Temendo a morte, o marido e pai de um criança portadora de autismo decidiu que era hora de mudar a sua realidade. Não só por ele, mas por sua família.

Durante a internação e nos primeiros dias a seguir, o norte-americano perdeu 40 quilos. O peso eliminado foi essencial para motivá-lo a continuar emagrecendo. “Eu tinha perdido 40 quilos em razão do envenenamento alimentar. Eu pesava mais de 460 libras. Foi então que decidi parar de tomar refrigerante, consumir açúcar e de fumar. Comecei a acompanhar minha ingestão de carboidratos e amido. Procurei uma nutrição adequada e a entender como cada componente nas bebidas e nos alimentos me ajudavam ou me atrapalhavam”, comentou.

A nova dieta fez Zach perder 108 quilos e somada à reeducação alimentar ele passou por uma cirurgia bariátrica. Graças a seus esforços, que incluíam caminhadas constantes e exercícios físicos frequentes, ele se tornou um novo homem. Um ano e meio após operar, 140 kg foram perdidos e mais cinco cirurgias foram feitas para remoção de pele. “Eu lutei fortemente contra minhas imperfeições. Quero que minha luta possa inspirar outras pessoas”.

Hoje, a luta do pai ainda segue. Alguns problemas emocionais o acompanham. Mas todo o amor e apoio recebidos por sua família o dão força para seguir em frente. “Eu faço o meu melhor. E estaria morto se não fizesse nada. Eu poderia até não ganhar, mas não desistiria sem lutar. Meu filho é minha maior inspiração e o que mais me deu forças. Ano passado descobrimos que ele tem autismo. Eu queria estar preparado para tudo e estar sempre ao seu lado. Ele é meu herói”, concluiu Zach.

Fotos: Reprodução
Fonte: Razões para Acreditar

Mulheres

Jennifer Garner continua fazendo o bem!

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Um estudo de 2018 descobriu que  94% dos professores em algumas regiões dos Estados Unidos, gastam seu próprio dinheiro para abastecer suas salas de aula.

Sabendo disso, a empreendedora Erin Foster , que tem mais de 600 mil seguidores no Instagram, publicou uma história com links para as listas de materiais dos professores na Amazon.

Depois disso, “a coisa mais louca e inesperada acabou de acontecer comigo”, exclamou Erin Fuller, em post no Facebook. 

Ela encontrou dez caixas de materiais escolares em sua varanda. Quando abriu a primeira caixa ficou surpresa com o recado e o nome que estava na nota fiscal.

Na parte inferior, há uma nota: “Aqui está o seu melhor ano! Obrigado por escolher ensinar, você tem o trabalho mais importante do mundo. Ass: @jennifer.garner.” 

Meu queixo literalmente caiu. disse Erin.

Fuller-Wellman acredita que Garner viu sua lista no post de Foster e lhe enviou alguns livros porque a atriz sabe como a vida pode ser difícil em West Virginia. A atriz Garner, nasceu em Houston, Texas, mas mudou-se para Charleston, West Virginia, aos 3 anos de idade.

Garner já falou no passado sobre a importância dos professores e também sobre os desafios que as crianças rurais da Virgínia Ocidental enfrentam

“Estávamos cercados pela pobreza geracional no mundo, então, quando de repente me vi com um pouco de voz, apenas disse ‘quem estava ajudando as crianças na América rural?’”, disse ela no programa “Street You Grew Up On” de Kerry Washington . . “Quem está dando uma vantagem a eles na Virgínia Ocidental, Mississippi ou Carolina do Sul?

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Super Humanos

E se você descobrisse que sua amiga é sua irmã biológica?

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Faz apenas alguns dias que Marcela Barbosa e Marco Medeiros descobriram que muito além de amigos de longa data, eles são irmãos biológicos que se separaram há mais de três décadas.

A revelação foi possível graças a uma pulseirinha de maternidade com o nome biológico da mãe e a uma investigação pela internet em busca dela.

Marcela Barbosa e Marco Medeiros são amigos há pelo menos sete anos. Os dois se conheceram numa casa de praia e depois passaram a fazer parte do mesmo círculo social.

A descoberta

Foi apenas no mês passado que a relação de amizade se tornou de irmandade, quando Marco, 33, fez uma pesquisa descompromisssada, sem esperar resultados.

Para participar de uma promoção de uma empresa de chocolate, ele precisava informar alguns dados para fazer um mapa astral. “Eu nem gosto muito de chocolate, mas alguma coisa me disse para ir lá”, disse.

“Para fazer meu cadastro, eu precisava da minha hora de nascimento, que eu não sabia. Foi quando eu fui perguntar para a minha mãe [a adotiva]. Ela me trouxe a pulseirinha do hospital, que marcava 18h50”.

Desde sempre, Marco sabia que foi adotado. Na pulseirinha entregue pela mãe adotiva, Ana Garcia, além da hora do nascimento, havia o nome da mãe biológica do filho, Licélia Carvalho.

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“Dessa vez, eu tive a ideia de tirar uma foto da pulseira e, na mesma hora, fui pro computador, joguei o nome na internet, e numa rede social encontrei o único perfil que tinha esse nome. Não tinha informação, mas eu olhei em amigos em comum e foi aí que eu vi o perfil de Marcela”.

No mesmo dia, Marco mandou uma mensagem à amiga: “Você conhece alguma Licélia Barbosa Carvalho?”

A resposta de Marcela foi: “É minha mãe, por quê?”.

Chocado com a coincidência, ele então perguntou a Marcela se a mãe dela teria tido algum outro filho – e a nova resposta confirmou o parentesco.

“Ela teve mais um e deu para uma família que não podia ter filhos”, respondeu Marcela. Foi aí que ele contou à amiga que a mãe biológica dele também se chama Licélia Carvalho. “Eu estou aqui me tremendo todinha”, respondeu Marcela a Marco.

Vontade de rever o filho

Em entrevista ao G1, Licélia Barbosa Carvalho, a mãe biológica dos irmãos, sempre sonhou em rever Marco.

Quando jovem, ela foi abandonada pelo marido na gravidez, e não contou com o apoio da família.

Sem condições, optou por dar o filho à uma outra família. “Minha mãe não me aceitava, porque dizia que eu já tinha uma filha pequena e não queria mais outro filho. Ai eu tive que doar ele, porque eu não tinha condições. Eu era doméstica. Morava com minha prima e ela não tinha condições de criá-lo também”, contou.

“Eu pedi a Deus todo dia: não me leve antes de eu ver meus filhos unidos. Para um ajudar o outro, dar um força”. Ela diz que o dia mais difícil em todos os anos era o 26 de julho.

“No aniversário, eu me desmanchava aqui lembrando dele. Era uma data muito maravilhosa em um ponto, em outro era uma data de tristeza”.

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Super Humanos

57 milhões de brasileiros fazem trabalho voluntário

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Uma lei federal de 1998 regulamenta o trabalho voluntário no Brasil que, apesar da pandemia, não perdeu força.

Segundo a consultora em voluntariado, Silvia Naccache o estudo feito revelou que a solidariedade foi a grande motivação que levou os brasileiros para o voluntariado em 2021.

A especialista ressaltou que o trabalho voluntário está em todos os setores da sociedade e que hoje são mais de 57 milhões de brasileiros fazendo alguma atividade não-remunerada, apenas com o intuito de ajudar quem precisa.

A consultora acrescenta que fatores sociais, como a pobreza, incentivam a ajuda ao próximo.

Uma pesquisa de opinião pública que a gente percebe como esse público começou a chamar muito a atenção e a receber as práticas de voluntariado.

A maior parte do voluntariado está destinado às famílias e as pessoas em situação de rua. Porém, o número de voluntários cresceu em relação às pessoas com deficiência.

De acordo com Naccache, a área de Saúde é uma das mais concorridas pelos voluntários.

O dia do voluntário, no Brasil, é comemorado no dia 28 de agosto desde 1985.

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