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Ciência e saúde

O Quanto você deve exercitar para aumentar a expectativa de vida.

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Uma vida mais longa pode significar praticar ainda mais do que a quantidade recomendada de exercícios físicos semanais, de acordo com um novo estudo.

Em estudo publicado na revista Circulation da American Heart Association, os pesquisadores analisaram mais de 116.000 adultos. Os participantes relataram suas atividade de lazer em questionários várias vezes ao longo de 30 anos, e os pesquisadores estimaram a associação entre o tempo e a intensidade do exercício com as taxas de morte.

A maior redução na mortalidade foi em pessoas que relataram 150 a 300 minutos por semana de atividade física intensa ou 300 a 600 minutos de atividade moderada – ou uma mistura equivalente dos dois, disse o autor do estudo Dong Hoon Lee, pesquisador do departamento de nutrição da Harvard School of Public Health .

Exemplos de atividade moderada incluem caminhadas rápidas, cortar a grama, por exemplo. Enquanto a atividade intensa inclui coisas como escalada, correr ou jogar futebol, de acordo com a Harvard School of Public Health .

Os resultados do estudo apoiam as diretrizes atuais de exercício físico da OMS, mas também pressionam por níveis mais altos para gerar ainda mais benefícios em viver uma vida mais longa, disse Lee.

Como se exercitar mais

Você pode estar pensando: “10 horas por semana de atividade moderada parece muito. Não há como eu fazer isso com todas as minhas outras responsabilidades.”

Isso pode exigir alguma intencionalidade e esforço. Mas os estudos também mostram as melhores maneiras de incluir os exercícios na rotina.

“Se as pessoas esperam aumentar sua atividade física ou mudar seus comportamentos de saúde, existem insights comportamentais de baixo custo que podem ser incorporados à rotina para ajudá-los a alcançar maior sucesso”, disse a principal autora do estudo de dezembro, Katy Milkman, da Universidade da Pensilvânia.

Você não precisa adicionar tudo de uma vez. Apenas 11 minutos de exercício por dia fizeram a diferença na expectativa de vida, de acordo com um estudo de 2021.

Você pode fazer uma caminhada rápida ao ar livre ou na esteira, fazer quatro séries de uma sequência de exercícios com peso corporal de três minutos, ou escolher três músicas animadas para dançar, disse Dana Santas, colaboradora de fitness da CNN, especialista em condicionamento físico e treinadora em esportes profissionais.

Então, fica a dica! não custa preservar a saúde enquanto a temos não é mesmo?

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Ciência e saúde

Quais são os sinais de que você está consumindo pouca proteína.

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A proteína é um nutriente essencial ao bom funcionamento do nosso organismo, no geral. Pessoas que seguem uma dieta vegan podem estar mais suscetíveis a registar níveis insuficientes de proteína, por exemplo. Mas qualquer pessoa pode estar a “falhar” no consumo da mesma – e o corpo dá sinais.

Confira alguns indícios de que está a ingerir pouca proteína, de acordo com a revista Health:

  1. Está mais suscetível a fraturas – os nossos ossos não necessitam somente de cálcio, mas também de proteína, comprovou uma revisão de pesquisas realizada em 2018.
  2. Tem o cabelo e unhas frágeis – ambos podem começar a quebrar com maior facilidade, após algum tempo a consumir proteína insuficiente.
  3. Está a perder peso (dos músculos) – se os números na balança estão a cair, pode ser altura de aumentar o consumo da proteína.
  4. Sente-se fraco – sendo que a proteína é uma componente da hemoglobina, que transporta o oxigénio, níveis baixos da mesma podem levar ao cansaço fácil ou falta de ar.
  5. Está sempre constipado – os anticorpos necessitam da proteína, pelo que a falta desta pode enfraquecer o nosso sistema imunitário, tornando-nos mais suscetíveis a problemas como constipações.

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Ciência e saúde

O poder a música no desenvolvimento de crianças autistas

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O pequeno Isaac, de 2 anos, tem Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele falou pela primeira vez durante uma sessão de musicoterapia.

Juliana Pereira, mãe de Isaac disse que a criança foi diagnosticada com autismo regressivo nos primeiros anos de vida. O transtorno é caracterizado por começar mais tarde que outras neurodivergências.

Na prática, a pessoa se desenvolve normalmente até cerca de 18 meses de vida, quando surgem os primeiros indícios. O autista regressivo tem diminuídas as capacidades de linguagem e socialização. 

Por isso, o menino não havia falado nenhuma palavra até então. Mas, com o acompanhamento de médicos, fonoaudiólogos e com as sessões de musicoterapia, Isaac falou pela primeira vez durante uma brincadeira lúdica com o musicoterapeuta Anderson. 

Juliana, criou um perfil para mostrar a rotina do filho. Basta acessar @julianasppereira, para ver Isaac dizer outras palavras que aprendeu a falar.

A musicoterapia

Apesar de ainda não ser amplamente conhecida, a musicoterapia é recomendada para autistas e neurodivergentes em geral, principalmente crianças.

O tratamento pode ajudar na diminuição do estresse e no desenvolvimento da comunicação, entre outros benefícios.

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No entanto, em junho deste ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar ampliou a cobertura de planos de saúde para transtornos globais de desenvolvimento. É o caso do autismo.

Com a decisão, musicoterapia e outros serviços indicados por um médico podem ser solicitados junto ao plano de saúde, que é obrigado a custear o atendimento.

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Ciência e saúde

Pele de porco devolve visão a 14 pessoas, diz estudo

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A de porco foi usada para substituir parte da região ocular afetada. O estudo mostrou que dos 20 pacientes, 14 eram cegos antes de receberem o implante e 6 estavam próximos de o ser.

Dois anos após a cirurgia, todos os participantes do estudo recuperaram a visão, sendo que três apresentam, inclusive, uma visão perfeita.

Os pacientes sofriam de uma condição conhecida como ceratocone que se caracteriza pela danificação da camada externa protetora do olho. Nesses casos, a córnea, vai ficando gradualmente mais fina, enquanto se projeta progressivamente para fora. 

Os resultados obtidos surpreenderam os próprios investigadores, que consideraram a intervenção um sucesso.

“A bioengenharia de tecidos implantáveis ​​é a chave para lidar com a carga global da cegueira da córnea”, diz o estudo. 

Sendo o colágeno da pele de porco um subproduto da indústria alimentar, há também uma possibilidade acrescida de que este seja mais fácil de adquirir, inclusive, do ponto de vista econômico.

Existe também a esperança de que tratamentos semelhantes que recorram a tecido animal em lugar de doações humanas possam ser utilizados em outros tipos de doenças oculares.

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