Mulheres apaixonadas por motocicletas


Mais de 20 mulheres, apaixonadas pelo motociclismo, partiram do Cais da Matinha, em Lisboa e percorreram mais de 10 cidades europeias. A aventura faz parte do Evento Internacional de motociclismo feminino. Com 43 países envolvidos no evento e mais de 200 cidades, as inscrições surpreenderam as organizadoras, ultrapassando o número de 3450 inscritas.

imagens João Lambelho – Site – Nascer do SOL-Sapo

“Fui a Petroleader do Rallly Lisboa juntamente com a Sandrine. Saímos do Cais da Matinha debaixo de chuva, cerca de 23 motas no total, e ainda tivemos outras que se juntaram a nós nos diversos checkpoints”, começa por explicar, ao Nascer do SOL, Tânia, entusiasta que liderou o grupo que partiu da capital. “Havia motas de todos os estilos e cilindradas. Mulheres de todas as idades, com e sem experiência, unidas.

O objetivo do evento é levar as mulheres a apreender mais e a enfrentar seus traumas e medo. Segundo as Petroleaders como são chamadas, teve até mulheres que mesmo sofrendo acidente grave no passado, voltou a pilotar e seguiu a rota.

imagens João Lambelho – Site – Nascer do SOL-Sapo

“Nunca pare de aprender! Temos que desafiar a ignorância e os nossos próprios preconceitos. Queremos fazer uso da nossa comunidade global para aprender umas com as outras e motivar cada uma”, lê-se no site oficial das Petrolettes, sendo que Tânia, uma das Petroleaders portuguesas, vai ao encontro deste lema e lembra que, no decorrer da rota, as motociclistas não podem exceder os 300 quilómetros e devem passar por quatro checkpoints.

“Todas nos ajudámos. Foi extremamente bonito”, finaliza Tânia que, em abril de 2019, ao lado de quatro outras mulheres, percorreu aproximadamente quatro mil quilómetros em 11 dias, indo de Lisboa a Marrocos.

SAPO


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