Muitas mães estão aderindo à “dança materna”. Entenda como isso ajuda a elas e aos bebês


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Ter um bebê corresponde à mudanças diretas no corpo e mente da mulher. Mas, não só durante a gestação, trabalhar o equilibro entre o físico e o mental traz benefícios para a mãe e seu filho. Nesse momento, a dança terapêutica surge como importante instrumento na maternidade.

Dança materna:

A Dança Materna foi criada em 2008 pela bailarina e especialista em bebês Tatiana Tardioli e já está disponível em Manaus desde 2015, por meio da professora licenciada e também mãe ThatiGobeth. Ela comenta sobre a técnica:

“Já tinha meu segundo filho, o Danilo, de um ano, quando descobri a prática. Estava em busca de algo alternativo para minha carreira que fosse relacionado ao mundo materno e envolvesse minha paixão em dança. Vi na internet e entrei em contato com a Tatiana. Em 2014 me formei professora para dança de mães com bebês de colo. Em 2015 comecei a dar aula e, no ano passado, me formei professora de dança para mães gestantes” 

Dança terapêutica

As aulas vão além da dança: segundo Thati, elas preparam a mãe para a chegada do bebê, com alongamentos, relaxamentos e mentalização para o momento do parto:  “No caso de mães com crianças de colo, o uso do sling é essencial para essa conexão. Ele remete ao útero, mantendo o bebê bem próximo da mãe. Ao escutar as batidas do coração dela, ele se transporta de volta à vida intrauterina”. 

Ela conta também que a seleção das músicas é um capítulo a parte da atividade e que há uma preocupação com as letras e o ritmo. Thati fala que a dança materna é uma forma de viver a gravidez e a maternidade em sua plenitude e que é indicado para todas as gestantes, mesmo que pratique alguma atividade física. Caso contrário, é ideal começar a partir da oitava semana.

Dança terapêutica

A dança pode ser muito benéfica para a saúde da mãe e do bebê, pois melhora a oxigenação, ajuda na circulação sanguínea, possibilita a assimilação das mudanças no corpo e auxilia na sustentação harmoniosa do ganho de peso:

“Mas mais importante que isso, a dança é um convite para tecer um enxoval que aos poucos vai sendo alimentado e nutrido por uma mulher em sintonia com o seu bebê e que estará preparada para o que der e vier no período pós-parto. Uma fase que sabemos ser bem delicada”, disse Thati.

Dança terapêutica

A prática além de benéfica, se mostrou prazerosa e é uma ótima alternativa de atividade para as mamães.

Foto: Reprodução/ Internet

Fonte: A Critica

 


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Carol Guedes