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Ciência e saúde

Como os males causados pelo sal não podem ser combatidos nem por uma dieta saudável

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Dieta saudável não impede que os malefícios do sal se manifestem

De acordo com uma pesquisa realizada por cientistas britânicos, uma alimentação saudável e equilibrada não é capaz de coibir os males causados pelo excesso do consumo de sal. A falta de moderação está diretamente ligada a problemas como aumento da pressão arterial e nem mesmo uma mudança na dieta é capaz de ajudar a lidar com o problema.

Os pesquisadores chegaram à conclusão de que ingerir mais de 8,5 g de sal por dia – o que, por consequência faz com que a pressão arterial se eleve – pode desencadear doenças cardiovasculares, AVC e outras enfermidades. O excesso dificulta o trabalho do coração em bombear o sangue e levá-lo para todo o corpo.

Foto: Reprodução

“Hoje em dia nós enfrentamos uma epidemia global no que diz respeito à ingestão de sal e casos de pressão arterial alta. E a pesquisa que realizamos comprova que não existem truques para reduzir a pressão”, explica o médico Queenie Chan. “É essencial procurar ter uma dieta com baixo teor de sal. Mesmo que a dieta seja saudável e equilibrada”, acrescenta.

A recomendação por parte de especialistas é que o consumo de sal não seja superior a seis gramas diárias, no entanto alimentos industrializados fazem com que a quantidade seja facilmente superada.

Danos ao coração

Uma outra pesquisa britânica realizada em agosto do ano passado traz à tona números ainda mais preocupantes. Pesquisadores identificaram que apenas duas colheres (de chá) diárias de sal – na casa de 3,73 g – já são suficientes para causar danos ao coração.

Além de aumentar a pressão arterial, a alta ingestão de sal também é responsável por tensionar os músculos do coração, o que acelera os batimentos cardíacos. As consequências estão associadas a graves doenças.

Foto: Reprodução

Fonte: Veja

Ciência e saúde

Vamos falar de herpes sim! Cuide-se.

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Muitos não sabem, mas a herpes trata-se de um vírus muito contagioso e que pode ser transmitido pelo contato direto com as úlceras.

Por vezes, através do contato com a boca ou os genitais de pessoas com infeção por HSV mesmo quando nenhuma úlcera esteja visível.

O vírus se divide em 2 tipos: o HSV-1, que causa o herpes labial e a ceratite, chamada de ulcerações na córnea do olho. Já o HSV-2, causa o herpes genital, porém esta distinção não é absoluta.

Depois da primeira infeção, chamada primária, o vírus permanece inativo, ou latente, no organismo por toda a vida.

Esta infeção latente pode não causar sintomas novamente ou pode ser reativa e voltar a causar sintomas. A reativação de uma infeção oral pode ser desencadeada por febre, menstruação, tensão emocional e supressão do sistema imunológico.

A doença também pode se desenvolver após um trauma físico ou a exposição prolongada à luz do sol.

A primeira infeção oral normalmente manifesta-se por úlceras dolorosas dentro da boca e é mais comum em crianças. Mas, também podem apresentar febre, dores de cabeça e corpo.

As úlceras na boca duram entre dez a dezanove dias para cicatrizar e as recidivas normalmente manifestam-se como um aglomerado de feridas no lábio.

Diagnóstico

O diagnóstico pode ser feito através da análise de uma amostra retirada da úlcera. No entanto, a herpes é facilmente reconhecida pelo médico.

Também podem ser feitos exames ao sangue para identificar os anticorpos contra o HSV. Estes exames permitem até perceber se a infeção é provocada pelo HSV-1 ou HSV-2.

Portanto, as pessoas que sabem já serem portadoras do vírus devem evitar beijar outras assim que sintam o desconforto anterior ao surgimento das úlceras até que a cicatrização esteja completa.

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Ciência e saúde

Médico brasileiro recebe prêmio considerado “Oscar” da oncologia.

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O médico brasileiro premiado é o oncologista Pedro Henrique Isaacsson Velho, de 36 anos.

terapia androgênica bipolar, é um método inovador e consiste em altas doses de testosterona associadas a uma medicação já aprovada para câncer de próstata, o Radium-223.

Cerca de 40 pacientes do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. receberam tratamentos semelhantes à nova terapia.

Os resultados preliminares foram promissores. Por isso, chegaram ao reconhecimento da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, que concedeu o prêmio Career Development, ao jovem médico.

O prêmio é considerado o Oscar da oncologia. Ele reconhece os profissionais que mais se destacam em suas áreas com pesquisas desenvolvidas para melhorar a experiência e o tratamento dos pacientes.

Em entrevista, dr. Pedro Henrique, que atua como chefe do Instituto de Pesquisa Moinhos, ressaltou que é gratificante estar ao lado de outras iniciativas lideradas por instituições que são referência mundial.

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Ciência e saúde

Saúde e energéticos: o que você precisa saber.

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Usado para dar mais energia e aumentar a concentração, o energético tem ganhado cada vez mais espaço nas despensas e geladeiras dos brasileiros.

E é por isso que eles merecem uma atenção especial. Então, fique atento as dicas que trouxemos pra você;

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (Abir), o consumo e a produção deste tipo de bebida cresceu significativamente no Brasil. Em 2010, o número era de 63 milhões de litros por ano. Em 2020, esse dado saltou para 151 milhões. O consumo por habitante está em 300 ml ao ano.

Porém o uso abusivo de energéticos pode causar danos sérios à saúde, inclusive para o coração. A bebida tem alguns compostos que aceleram a atividade do organismo, como a cafeína. Para se ter uma ideia da quantidade, uma latinha equivale a 8 xícaras de café. Entendeu?

Outro componente encontrado nos energéticos é a taurina, que é um estimulante cerebral que pode desencadear até ansiedade.

O coração acelera muito e ao acelerar muito ele pode desencadear uma arritmia e essa arritmia pode até ser fatal. Os jovens já têm uma frequência cardíaca um pouco mais elevada do que as pessoas mais idosas. Por essa condição, dele ser um pouco mais taquicárdico, essa arritmia pode ser mais prejudicial, é o que alertam os médicos.

Além de problemas cardíacos, o consumo excessivo do energético pode acarretar em outros problemas de saúde. A grande quantidade de açúcar no produto pode desenvolver um quadro de diabetes nos usuários.

Portanto, assim como outras bebidas que não fazem bem à saúde, o energético deve ser consumido com moderação. No dia a dia, o recomendado é optar por energéticos naturais, como por exemplo o café e o chá verde. Fica a dica pra você!

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