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Ciência e saúde

Jovens que passam muito tempo na internet ou vendo TV apresentam maiores tendências suicidas, diz estudo

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Caso você seja uma daquelas pessoas que passam horas e horas em frente a TV ou de uma tela de computador, é melhor começar a se preocupar! Um estudo realizado pela Universidade Estadual da Flórida fez uma revelação importantísssima. Ele mostrou que jovens que passam muito tempo navegando pela internet ou vidrados nas telinhas apresentam um maior risco de incidência de depressão e tendências suicidas.

A pesquisa analisou jovens de diferentes idades e os resultados foram preocupantes. Quase 48% dos participantes que passavam mais de 5 horas conectados a aparelhos tecnológicos apresentarem sinais de comportamento suicidas. Já entre os jovens que passavam menos horas, apenas 28% apresentou algum desses sinais.

“Existe uma relação preocupante entre tempo de uso de aparelhos eletrônicos e risco de morte por suicídio, depressão, ideação suicida e tentativas de suicídio”, disse o pesquisador Thomas Joiner.

Jovens que passam horas assistindo TV e navegando na internet apresentam mais chance de desenvolver a depressão e o suicídio.

 

Os pesquisadores tentam alertar com o estudo especialmente os pais. Eles são os principais responsáveis por regular as horas que os filhos passam conectados a esses meios. Para o pesquisador é utópico desejar que ela não usem mais qualquer aparelho eletrônico. Na sociedade em que vivemos é quase impossível se desconectar completamente. Especialmente as novas gerações que já vem treinadas para fazer proveito dessas novas tecnologias.

Entretanto cabe aos responsáveis pela educação da criança, controlar e fazer com que os baixinhos não fiquem tão dependentes. Incentivar desde a infância atividades que promovam esse “estar desconectado” é fundamental. Ainda mais em um mundo em que a depressão e o suicídio estão fazendo milhões de vítimas todos os anos.

Lembrando que o estudo não comprova que a causa da depressão e do suicídio sejam motivados pelo uso dos aparelhos. Porém ele faz uma ligação entre esses dois fatores tão presentes no nosso cotidiano.

Fonte: UOL 

 

 

Ciência e saúde

O poder a música no desenvolvimento de crianças autistas

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O pequeno Isaac, de 2 anos, tem Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele falou pela primeira vez durante uma sessão de musicoterapia.

Juliana Pereira, mãe de Isaac disse que a criança foi diagnosticada com autismo regressivo nos primeiros anos de vida. O transtorno é caracterizado por começar mais tarde que outras neurodivergências.

Na prática, a pessoa se desenvolve normalmente até cerca de 18 meses de vida, quando surgem os primeiros indícios. O autista regressivo tem diminuídas as capacidades de linguagem e socialização. 

Por isso, o menino não havia falado nenhuma palavra até então. Mas, com o acompanhamento de médicos, fonoaudiólogos e com as sessões de musicoterapia, Isaac falou pela primeira vez durante uma brincadeira lúdica com o musicoterapeuta Anderson. 

Juliana, criou um perfil para mostrar a rotina do filho. Basta acessar @julianasppereira, para ver Isaac dizer outras palavras que aprendeu a falar.

A musicoterapia

Apesar de ainda não ser amplamente conhecida, a musicoterapia é recomendada para autistas e neurodivergentes em geral, principalmente crianças.

O tratamento pode ajudar na diminuição do estresse e no desenvolvimento da comunicação, entre outros benefícios.

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No entanto, em junho deste ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar ampliou a cobertura de planos de saúde para transtornos globais de desenvolvimento. É o caso do autismo.

Com a decisão, musicoterapia e outros serviços indicados por um médico podem ser solicitados junto ao plano de saúde, que é obrigado a custear o atendimento.

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Ciência e saúde

Pele de porco devolve visão a 14 pessoas, diz estudo

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A de porco foi usada para substituir parte da região ocular afetada. O estudo mostrou que dos 20 pacientes, 14 eram cegos antes de receberem o implante e 6 estavam próximos de o ser.

Dois anos após a cirurgia, todos os participantes do estudo recuperaram a visão, sendo que três apresentam, inclusive, uma visão perfeita.

Os pacientes sofriam de uma condição conhecida como ceratocone que se caracteriza pela danificação da camada externa protetora do olho. Nesses casos, a córnea, vai ficando gradualmente mais fina, enquanto se projeta progressivamente para fora. 

Os resultados obtidos surpreenderam os próprios investigadores, que consideraram a intervenção um sucesso.

“A bioengenharia de tecidos implantáveis ​​é a chave para lidar com a carga global da cegueira da córnea”, diz o estudo. 

Sendo o colágeno da pele de porco um subproduto da indústria alimentar, há também uma possibilidade acrescida de que este seja mais fácil de adquirir, inclusive, do ponto de vista econômico.

Existe também a esperança de que tratamentos semelhantes que recorram a tecido animal em lugar de doações humanas possam ser utilizados em outros tipos de doenças oculares.

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Ciência e saúde

Vamos falar de herpes sim! Cuide-se.

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Muitos não sabem, mas a herpes trata-se de um vírus muito contagioso e que pode ser transmitido pelo contato direto com as úlceras.

Por vezes, através do contato com a boca ou os genitais de pessoas com infeção por HSV mesmo quando nenhuma úlcera esteja visível.

O vírus se divide em 2 tipos: o HSV-1, que causa o herpes labial e a ceratite, chamada de ulcerações na córnea do olho. Já o HSV-2, causa o herpes genital, porém esta distinção não é absoluta.

Depois da primeira infeção, chamada primária, o vírus permanece inativo, ou latente, no organismo por toda a vida.

Esta infeção latente pode não causar sintomas novamente ou pode ser reativa e voltar a causar sintomas. A reativação de uma infeção oral pode ser desencadeada por febre, menstruação, tensão emocional e supressão do sistema imunológico.

A doença também pode se desenvolver após um trauma físico ou a exposição prolongada à luz do sol.

A primeira infeção oral normalmente manifesta-se por úlceras dolorosas dentro da boca e é mais comum em crianças. Mas, também podem apresentar febre, dores de cabeça e corpo.

As úlceras na boca duram entre dez a dezanove dias para cicatrizar e as recidivas normalmente manifestam-se como um aglomerado de feridas no lábio.

Diagnóstico

O diagnóstico pode ser feito através da análise de uma amostra retirada da úlcera. No entanto, a herpes é facilmente reconhecida pelo médico.

Também podem ser feitos exames ao sangue para identificar os anticorpos contra o HSV. Estes exames permitem até perceber se a infeção é provocada pelo HSV-1 ou HSV-2.

Portanto, as pessoas que sabem já serem portadoras do vírus devem evitar beijar outras assim que sintam o desconforto anterior ao surgimento das úlceras até que a cicatrização esteja completa.

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