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Ciência e saúde

Jovem desabafa na TV sobre a anorexia e revela que a doença a fez pesar 24 quilos

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A anorexia é uma doença que na maioria das vezes não é levada a sério no começo, e quando paramos para reparar ela já atingiu um grau alarmante. Nesse transtorno mais que o corpo, o principal afetado continua sendo o psicológico, que não deixa a pessoa enxergar o que de verdade está acontecendo com ela.

A jovem britânica de 28 anos Stephanie Rodas sabe bem como é isso e decidiu compartilhar sua luta. Em uma entrevista no programa de TV The Doctors ela contou que chegou a pesar 24 quilos. Consumindo apenas 100 calorias por dia e praticando exercícios por 10 horas, desde a adolescência o distúrbio já a acompanhava.

A moça afirmou que a doença começou logo aos 13 anos e com o tempo só foi piorando. Já naquela época ela se via como uma menina gordinha e se sentia horrível. Fazendo dietas absurdas Stephanie começou a emagrecer rapidamente e sua família começou a estranhar a magreza. Aos 17 anos ela foi internada pela primeira vez.

Com a ajuda do programa de TV e de outros profissionais a jovem está conseguindo recuperar seu peso.

Com a ajuda do programa de TV e de outros profissionais a jovem está conseguindo recuperar seu peso.

Até chegar ao programa a jovem foi obrigada a passar por inúmeros tratamentos. Não foi nada fácil, mas Stephanie está conseguindo voltar ao peso normal. A luta contra a doença acontece todos os dias para a jovem.

Durante uma parte do programa o Dr. Landry, um dos médicos que participam do programa, colocou a jovem de frente com um espelho. Em seguida ele perguntou o que ela via e ela desabafou. “Era como a minha imagem refletisse a morte que estava dentro de mim“.

O que é a anorexia?

A doença faz com que as pessoas não consigam aceitar seus próprios corpo. Assim elas fazem de tudo para emagrecer, principalmente mudam sua alimentação chegando a níveis absurdos.

A mente fica tão fixada na não aceitação do corpo, que ao se olhar no espelho a pessoa não consegue ver como ela está realmente. Fora o distúrbio alimentar, o distúrbio mental também prejudica a saúde.

Fonte: R7

Ciência e saúde

Quais são os sinais de que você está consumindo pouca proteína.

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A proteína é um nutriente essencial ao bom funcionamento do nosso organismo, no geral. Pessoas que seguem uma dieta vegan podem estar mais suscetíveis a registar níveis insuficientes de proteína, por exemplo. Mas qualquer pessoa pode estar a “falhar” no consumo da mesma – e o corpo dá sinais.

Confira alguns indícios de que está a ingerir pouca proteína, de acordo com a revista Health:

  1. Está mais suscetível a fraturas – os nossos ossos não necessitam somente de cálcio, mas também de proteína, comprovou uma revisão de pesquisas realizada em 2018.
  2. Tem o cabelo e unhas frágeis – ambos podem começar a quebrar com maior facilidade, após algum tempo a consumir proteína insuficiente.
  3. Está a perder peso (dos músculos) – se os números na balança estão a cair, pode ser altura de aumentar o consumo da proteína.
  4. Sente-se fraco – sendo que a proteína é uma componente da hemoglobina, que transporta o oxigénio, níveis baixos da mesma podem levar ao cansaço fácil ou falta de ar.
  5. Está sempre constipado – os anticorpos necessitam da proteína, pelo que a falta desta pode enfraquecer o nosso sistema imunitário, tornando-nos mais suscetíveis a problemas como constipações.

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O poder a música no desenvolvimento de crianças autistas

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O pequeno Isaac, de 2 anos, tem Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele falou pela primeira vez durante uma sessão de musicoterapia.

Juliana Pereira, mãe de Isaac disse que a criança foi diagnosticada com autismo regressivo nos primeiros anos de vida. O transtorno é caracterizado por começar mais tarde que outras neurodivergências.

Na prática, a pessoa se desenvolve normalmente até cerca de 18 meses de vida, quando surgem os primeiros indícios. O autista regressivo tem diminuídas as capacidades de linguagem e socialização. 

Por isso, o menino não havia falado nenhuma palavra até então. Mas, com o acompanhamento de médicos, fonoaudiólogos e com as sessões de musicoterapia, Isaac falou pela primeira vez durante uma brincadeira lúdica com o musicoterapeuta Anderson. 

Juliana, criou um perfil para mostrar a rotina do filho. Basta acessar @julianasppereira, para ver Isaac dizer outras palavras que aprendeu a falar.

A musicoterapia

Apesar de ainda não ser amplamente conhecida, a musicoterapia é recomendada para autistas e neurodivergentes em geral, principalmente crianças.

O tratamento pode ajudar na diminuição do estresse e no desenvolvimento da comunicação, entre outros benefícios.

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No entanto, em junho deste ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar ampliou a cobertura de planos de saúde para transtornos globais de desenvolvimento. É o caso do autismo.

Com a decisão, musicoterapia e outros serviços indicados por um médico podem ser solicitados junto ao plano de saúde, que é obrigado a custear o atendimento.

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Ciência e saúde

Pele de porco devolve visão a 14 pessoas, diz estudo

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A de porco foi usada para substituir parte da região ocular afetada. O estudo mostrou que dos 20 pacientes, 14 eram cegos antes de receberem o implante e 6 estavam próximos de o ser.

Dois anos após a cirurgia, todos os participantes do estudo recuperaram a visão, sendo que três apresentam, inclusive, uma visão perfeita.

Os pacientes sofriam de uma condição conhecida como ceratocone que se caracteriza pela danificação da camada externa protetora do olho. Nesses casos, a córnea, vai ficando gradualmente mais fina, enquanto se projeta progressivamente para fora. 

Os resultados obtidos surpreenderam os próprios investigadores, que consideraram a intervenção um sucesso.

“A bioengenharia de tecidos implantáveis ​​é a chave para lidar com a carga global da cegueira da córnea”, diz o estudo. 

Sendo o colágeno da pele de porco um subproduto da indústria alimentar, há também uma possibilidade acrescida de que este seja mais fácil de adquirir, inclusive, do ponto de vista econômico.

Existe também a esperança de que tratamentos semelhantes que recorram a tecido animal em lugar de doações humanas possam ser utilizados em outros tipos de doenças oculares.

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