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A Boa do Dia

Garota da foto da guerra no Vietnã, conta sua história de perdão

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A imagem que se tornou um símbolo do sentimento anti-guerra é de Kim Phuc. Enquanto a imagem percorria o mundo, a garota passou 14 meses em vários hospitais fazendo tratamentos, na época.

Vários jornais e mídias sociais lembraram os 50 anos daquela foto, tirada em 1972, e de como aquela menina se tornou hoje uma grande mulher.

Kim, que que recebeu ajuda do fotógrafo naquele dia terrível, também conta que sentiu muita vergonha de ver sua imagem nua, em todos os cantos do mundo. Sofreu com esse trauma por muitos anos e tinha medo de nunca ser amada de verdade.

Mas, depois de um tempo ela decidiu perdoar sua triste história de dor e exposição e relatou em um livro como a força do perdão pode mudar tudo.

“Depois de tirar a foto, ele largou a máquina, embrulhou-me num cobertor e levou-me ao médico. Sou-lhe eternamente grata”, afirma Kim.

Em 1992, após ter recebido asilo político no Canadá, além do livro que conta suas experiências, ela fundou a Kim Foundation International, uma organização que oferece ajuda a crianças de guerra. Foi nomeada embaixadora da boa vontade das Nações Unidas em 1997 e desde então ela discursa no mundo todo sobre sua vida e o poder do perdão.

A vida pode ser difícil, mas as experiencias ruins podem se tornar caminho de salvação para muitos. Essa é a força do perdão!

A Boa do Dia

Mulher que cria galinhas de estimação tem uma surpresa!

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Uma família, de West Oxfordshire, no sudoeste do Reino Unido se surpreendeu no último sábado, 6, quando foi recolher os ovos colocados por uma galinha de estimação e se deparou com um ovo perfeitamente redondo.

“No sábado de manhã, abri o ninho e estava lá, um círculo perfeito”, contou Annabel Mulcahy.

Segundo ela o ovo é muito estranho. “Posso rolar na mesa como uma bolinha de gude”, disse.

Criadora de galinha há 20 anos, Annabel, aproveitou da “raridade” e colocou o ovo à venda por 500 euros (Cerca de R$ 2.600). Com o dinheiro arrecadado, Mulcahy quer ajudar a resgatar outras galinhas, uma ação que é tradição da sua família.

A criadora da obra, a galinha que leva o nome de Twinskie, que também é conhecida como labrador, é recente na família. Ela foi resgatada há pouco tempo e passou a ser criada por Mulcahy e suas filhas.

A mulher, tem várias galinhas de estimação, e diz que e diz que elas são amigáveis. “Se estou no jardim, elas vêm tomar sol aos meus pés”.

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A Boa do Dia

Jovem rejeita herança de US$ 4,2 bilhões por acreditar que não será feliz

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A herdeira da Basf, na Alemanha, chocou a internet ao abrir mão da herança deixada por sua avó, Traudl Engelhorn-Vechiatto, de 95 anos.

Segundo a Forbes, a fortuna está avaliada em US$ 4,2 bilhões de dólares (cerca de R$ 21,9 bilhões).

No entanto, Marlene Engelhorn, 30 anos, acredita que pelo fato de não ter feito nenhum esforço para ter o dinheiro, não será feliz. Foi o que revelou em entrevista ao jornal alemão, Der Standard.

“Na minha opinião, isso não é uma questão de vontade, mas uma questão de justiça. Isso é pura sorte na loteria do nascimento e pura coincidência.”, disse.

Marlene faz parte de uma organização chamada “Milionários Pela Humanidade”, um grupo que defende que os super-ricos sejam taxados da mesma forma que os trabalhadores comuns.

Estudante de literatura em Viena, ela ainda não decidiu o que vai fazer com o dinheiro, mas revelou que a avó deu total apoio a sua decisão.

Troco ideias com outras pessoas, aprendendo o máximo que eu posso para ver o que funciona e o que não funciona.

Para mim, o comprometimento com a justiça de impostos é muito importante, porque isso é que determina como a riqueza vai ser distribuída”, finalizou.

E você, o que acha ou faria no lugar de Marlene?

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Mulher com cinco filhos que pedia comida na rua ganha na loteria

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Uma mulher com cinco filhos que passava dificuldades e pedia comida na rua de Alicante, Espanha, ganhou um milhão de euros na loteria Bonoloto.

A rotina desta mulher era todos dias, das 9h00 às 14h00, pedir dinheiro, roupa ou comida em frente a um parque de estacionamento de um supermercado ou numa esquina próxima, em frente a um banco, no bairro de La Florida, em Alicante.

Na última terça-feira, quando terminou, passou por uma tabacaria onde regularmente jogava na lotaria. Ela dise a proprietária da loja que os números anunciados eram os mesmos que ela possuía.

Alguns dias mais tarde, tinha o prémio depositado na sua conta bancária.

“Ela não sabe ler nem escrever”, revelou Mari Ángeles Torregrosa, a proprietária do estabelecimento onde Mercedes jogou, recordando: “A primeira coisa que ela fez foi comprar um par de chinelos de cinco euros e depois veio cá para me mostrar”.

Também o seu marido, Eugenio Agorreta, admitiu que “durante quatro ou cinco anos costumava mendigar todos os dias” em frente à tabacaria. O casal é conhecido pelos residentes do bairro que os apelidam de “gentis e educados” e muitas vezes lhes oferecem roupas antigas.

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