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Ciência e saúde

Dormir com pouca, muita ou nenhuma roupa? Saiba qual a melhor opção para seu corpo durante o sono

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De acordo com uma pesquisa realizada com 1.200 adultos no Reino Unido, na hora de dormir, 40% dos entrevistados optam por vestir um pijama, 20% deles usam apenas roupa íntima e, na terceira colocação, a preferência é por não usar nenhuma roupa para dormir. Inclusive, a principal justificativa para quem opta por esta última opção é o fato de “ser mais saudável porque a pele precisa respirar”. Mas, será que tal afirmação faz sentido?

A verdade é que não existem muitos estudos a respeito do assunto, mas ainda assim algumas ressalvas devem ser consideradas. Primeiro de tudo, a pele não respira e a ideia de pensar que nosso corpo nu pode absorver o ar precisa ser descartada. Além disso, é preciso ter cuidado com a nudez durante o sono, pois a temperatura corporal ideal durante o descanso deve beirar a casa dos 20°C, e o fato de estarmos nus pode nos deixar mais frios.

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Equilíbrio ao sono

Vamos deixar a ideia da nudez um pouco de lado e nos apegarmos em alguns outros detalhes. Da mesma forma que é um problema estar frio na cama, as temperaturas mais quentes também não jogam a nosso favor. Quando estamos exageradamente aquecidos, a temperatura central do corpo terá dificuldade em descer, o que impede que consigamos desencadear nosso “mecanismo do sono”.

A temperatura do corpo cai naturalmente após cerca de três a quatro horas, quando se estabiliza, e o uso de pijamas muito grossos ou edredons pode interferir diretamente nisso.

Roupas íntimas

Pode não parecer, mas o uso de roupas íntimas também pode ser um problema durante o sono. Especialmente no verão, as “roupas de baixo” podem fazer aumentar o suor na região genital. E no caso de mulheres que sofrem com a vulvite, uma inflamação dos órgãos genitais externos que faz com que aparecem pequenas rachaduras e que deixa as dobras da pele avermelhadas, o uso das peças íntimas em uma cama quente resulta em uma manifestação ainda maior da condição.

No caso dos homens, estudos mostram que a ausência das roupas de baixo pode melhorar a produção de espermatozoides. Entretanto, uma pesquisa divulgada no Journal of Urology diz que a presença ou ausência das cuecas mais apertadas não interfere na fertilidade masculina: “É altamente improvável que a roupa íntima tenha um efeito significado no que diz respeito à fertilidade dos homens”, concluíram os autores.

Com ou sem roupa, afinal?

Levando tudo em consideração, entre dormir com roupa ou sem, não existe uma “escolha correta”. O mais importante é procurar manter a temperatura corporal equilibrada e não usar peças que incomodem alguma região do corpo. É fundamental, primeiramente, levar a temperatura externa em consideração para escolher entre pouca, muita ou nenhuma roupa. Exageros devem ser evitados (mesmo para as pessoas que sentem um pouquinho mais de frio, não é necessário dúzias de cobertores no calor), assim como passar frio à toa.

Fotos: Reprodução

Ciência e saúde

Vamos falar de herpes sim! Cuide-se.

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Muitos não sabem, mas a herpes trata-se de um vírus muito contagioso e que pode ser transmitido pelo contato direto com as úlceras.

Por vezes, através do contato com a boca ou os genitais de pessoas com infeção por HSV mesmo quando nenhuma úlcera esteja visível.

O vírus se divide em 2 tipos: o HSV-1, que causa o herpes labial e a ceratite, chamada de ulcerações na córnea do olho. Já o HSV-2, causa o herpes genital, porém esta distinção não é absoluta.

Depois da primeira infeção, chamada primária, o vírus permanece inativo, ou latente, no organismo por toda a vida.

Esta infeção latente pode não causar sintomas novamente ou pode ser reativa e voltar a causar sintomas. A reativação de uma infeção oral pode ser desencadeada por febre, menstruação, tensão emocional e supressão do sistema imunológico.

A doença também pode se desenvolver após um trauma físico ou a exposição prolongada à luz do sol.

A primeira infeção oral normalmente manifesta-se por úlceras dolorosas dentro da boca e é mais comum em crianças. Mas, também podem apresentar febre, dores de cabeça e corpo.

As úlceras na boca duram entre dez a dezanove dias para cicatrizar e as recidivas normalmente manifestam-se como um aglomerado de feridas no lábio.

Diagnóstico

O diagnóstico pode ser feito através da análise de uma amostra retirada da úlcera. No entanto, a herpes é facilmente reconhecida pelo médico.

Também podem ser feitos exames ao sangue para identificar os anticorpos contra o HSV. Estes exames permitem até perceber se a infeção é provocada pelo HSV-1 ou HSV-2.

Portanto, as pessoas que sabem já serem portadoras do vírus devem evitar beijar outras assim que sintam o desconforto anterior ao surgimento das úlceras até que a cicatrização esteja completa.

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Médico brasileiro recebe prêmio considerado “Oscar” da oncologia.

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O médico brasileiro premiado é o oncologista Pedro Henrique Isaacsson Velho, de 36 anos.

terapia androgênica bipolar, é um método inovador e consiste em altas doses de testosterona associadas a uma medicação já aprovada para câncer de próstata, o Radium-223.

Cerca de 40 pacientes do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. receberam tratamentos semelhantes à nova terapia.

Os resultados preliminares foram promissores. Por isso, chegaram ao reconhecimento da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, que concedeu o prêmio Career Development, ao jovem médico.

O prêmio é considerado o Oscar da oncologia. Ele reconhece os profissionais que mais se destacam em suas áreas com pesquisas desenvolvidas para melhorar a experiência e o tratamento dos pacientes.

Em entrevista, dr. Pedro Henrique, que atua como chefe do Instituto de Pesquisa Moinhos, ressaltou que é gratificante estar ao lado de outras iniciativas lideradas por instituições que são referência mundial.

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Ciência e saúde

Saúde e energéticos: o que você precisa saber.

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Usado para dar mais energia e aumentar a concentração, o energético tem ganhado cada vez mais espaço nas despensas e geladeiras dos brasileiros.

E é por isso que eles merecem uma atenção especial. Então, fique atento as dicas que trouxemos pra você;

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (Abir), o consumo e a produção deste tipo de bebida cresceu significativamente no Brasil. Em 2010, o número era de 63 milhões de litros por ano. Em 2020, esse dado saltou para 151 milhões. O consumo por habitante está em 300 ml ao ano.

Porém o uso abusivo de energéticos pode causar danos sérios à saúde, inclusive para o coração. A bebida tem alguns compostos que aceleram a atividade do organismo, como a cafeína. Para se ter uma ideia da quantidade, uma latinha equivale a 8 xícaras de café. Entendeu?

Outro componente encontrado nos energéticos é a taurina, que é um estimulante cerebral que pode desencadear até ansiedade.

O coração acelera muito e ao acelerar muito ele pode desencadear uma arritmia e essa arritmia pode até ser fatal. Os jovens já têm uma frequência cardíaca um pouco mais elevada do que as pessoas mais idosas. Por essa condição, dele ser um pouco mais taquicárdico, essa arritmia pode ser mais prejudicial, é o que alertam os médicos.

Além de problemas cardíacos, o consumo excessivo do energético pode acarretar em outros problemas de saúde. A grande quantidade de açúcar no produto pode desenvolver um quadro de diabetes nos usuários.

Portanto, assim como outras bebidas que não fazem bem à saúde, o energético deve ser consumido com moderação. No dia a dia, o recomendado é optar por energéticos naturais, como por exemplo o café e o chá verde. Fica a dica pra você!

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