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Bebê ‘milagroso’ nasce com cordão umbilical amarrado e deixa médicos chocados

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O corpo humano é um mistério. Ele é complexo e muito delicado. Agora, imagine o processo de geração e nascimento de uma nova vida. É lindo, mas extremamente cheio de detalhes e pormenores. Algumas simples mudanças no “percurso” podem afetar toda a vida da pessoa ao nascer.

Um feto pode acabar se enrolando em seu próprio cordão umbilical e um simples nó causar graves sequelas e problemas no nascimento. Um usuário do Reddit que se identificou como “azathothfrog” compartilhou uma imagem em 2015 do milagre que era seu filho. Ele nasceu com o cordão umbilical enrolado em um nó perfeito, mas mesmo assim era saudável, alegre e cheio de energia. Além disso, podia respirar por conta própria.

De acordo com o post no Reddit, o médico disse: “Apresse-se papai, tire uma foto, seu bebê é um milagre”. A probabilidade de algo grave ter acontecido com o pequeno era muito grande, então, ele ter nascido bem, de fato, era uma grande conquista. O compartilhamento deixou muitas pessoas emocionadas.

Bebê nasce com cordão umbilical em forma de nó

Um dos comentários mais marcantes enfatiza esse “milagre” da vida. O autor afirma ser um anestesista e conta que um dos casos mais tristes que já presenciou em seus 15 anos de carreira foi o de um bebê que nasceu com o cordão umbilical atado. Um dia antes dessa mãe realizar uma cesariana, eles perceberam que a criança não tinha batimentos ou movimentos cardíacos. O cordão umbilical dele tinha feito um nó e o bebê morrera durante a noite, antes do procedimento.

“Nó verdadeiro”:

Por isso, esse pai deve celebrar e muito a saúde de seu filho! Esse tipo de nó é chamado de “nó verdadeiro” quando o cordão umbilical se enrola em si mesmo. Embora extremamente raro, casos como esses podem surgir. E pode ser muito perigoso pois é capaz de interromper a troca de nutrientes e ar entre mãe e feto.

Foto: Reprodução/ Internet/ Facebook

Fonte: Liftable 

Mulheres

Monumento na Nigéria presta homenagem a guerreira Amazona

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A cidade de Benin, na Nigéria, inaugurou vários monumentos por ocasião do Dia da Independência do país .

Entre as obras de arte, está uma estátua de mais de 30 metros, de uma Amazona, dedicada ao exército feminino da época do Reino de Dahomey ou Daomé (atual Benin).

A estátua é considerada por alguns a rainha Tassi Hangbè, que assumiu o comando militar após a morte do irmão gêmeo o rei Akaba, e governou entre 1708 e 1711.

Hangbè foi a primeira amazona a criar um batalhão com as melhores guerreiras.

As amazonas são responsáveis por boa parte da fama de Daomé – um dos reinos africanos mais poderosos, que existiu entre os séculos XVII e XIX.

De quinze reis em Daomé, a única mulher é Tassi Hangbé. E este é o único exército feminino de que se tem registro na história moderna.

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Curiosidades

Mulher cria vestidos inspirados em uma cidade francesa.

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A responsável por esta coleção de vestidos encantadores é a designer francesa, Sylvie Facon. Inspirada pela antiga cidade da região de Hauts-de-France. Ela criou um vestido Hommage à Arras, cheio de elegância que parece ter saído de um conto de fadas.

Inicialmente, o vestido parece ser uma criação de ficção. Mas um olhar mais atento revela que retrata as riquezas artísticas e arquitetônicas de Arras em sua verdadeira forma.

Os edifícios de inspiração flamenga da praça medieval da cidade são mostrados no busto. As estatuetas medievais de ouro são conhecidas como os Anjos de Saudemont e repousam na cintura do modelo.

Em contraste com estes conhecidos monumentos, a indumentária contém também os pequenos detalhes que distinguem Arras como única desde o seu pavimento até à sua flora.

A Facon visa “aperfeiçoar todas as etapas, do esboço ao ponto final”, criando peças que misturam grande arte com moda sob medida.

Imagens retiradas do Instagram

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Mulheres

Mãe reencontra filha trocada na maternidade, depois de 37 anos

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O caso aconteceu no interior de São Paulo. Maria Regina, que até então vivia com duas filhas em Ribeirão Preto, recebeu uma carta da Santa Casa de Sertãozinho (SP), em abril deste ano.

O bilhete informava que duas bebês nascidas em 1985 haviam sido trocadas, e uma delas era a filha da mulher.

Maria Regia ligou para a advogada e disse estar em choque, como se um cometa tivesse caído em sua cabeça.

Uma mistura de revolta e alegria tomou conta da mãe que reencontrou a filha biológica, depois de 37 anos. Durante esse tempo todo ninguém desconfiou de nada.

Como foi a troca

A suspeita da troca veio à tona quando a bióloga Mônica Tatiane Ribeiro, de 37 anos, descobriu que não era filha do casal que a criou quando estava grávida.

“Descobri em setembro de 2021. Foi muito doloroso. Eu estava grávida, então foi um processo bem difícil digerir tudo isso. Esperei a gravidez para ir atrás da Santa Casa e encontrar a minha mãe biológica”, relatou.

O caso foi esclarecido de vez depois que Maria Regina e Mônica fizeram um exame de DNA.

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