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Família

Como criar filhos mentalmente fortes?

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Uma das melhores maneiras de aumentar a esperança e a força mental nos filhos é equipar as crianças com habilidades para lidar com os inevitáveis ​​solavancos da vida.

Aqui estão 10 delas. Aproveite!

1. Evite o pessimismo

O pessimismo infundado corrói a esperança, e é por isso que é importante ajudar as crianças a vencer a negatividade antes que ela se torne um hábito. Incentive-os a interromper os pensamentos negativos.

2. Use palavras esperançosas

As palavras têm um grande poder. Use frases como: “Consegui isso!”, “amanhã será outro dia” ou “Vou ficar bem” para usar em tempos difíceis. 

Seja você em primeiro lugar grato pelo que tem e repita isso para que seus filhos se sintam agraciados. “Eu tenho o que é preciso!” Eis um bom exemplo.

3. Ensine brainstorming.

Crianças esperançosas não evitam problemas. Eles encaram de frente porque aprenderam que os problemas podem ser resolvidos.

Explique com simplicidade que ela pode parar e pensar em soluções para aquele problema, depois escolher uma e tentar resolver. Com paciência e fé.

4. Compartilhe notícias esperançosas.

Crianças esperançosas ouvem histórias esperançosas. A mídia violenta pode criar uma visão do mundo como completamente mesquinha, assustadoramente perigosa. Notícias edificantes mantêm viva a esperança das crianças.

Procure notícias inspiradoras para compartilhar com seus filhos de tempos em tempos. Institua uma revisão na hora de dormir das partes boas do dia de cada pessoa para ajudar seus filhos a encontrar o lado bom da vida.

5. Pergunte ‘e se?’

Crianças pessimistas costumam pensar em “probabilidades sombrias”, o que diminui a esperança. 

Você pode perguntar: “O que poderia acontecer se você tentasse – ou não tentasse – isso? Qual é a pior coisa que pode acontecer? Qual a probabilidade disso acontecer? Qual é o resultado mais provável?”

Essas perguntas ajudam as crianças a avaliar se os resultados potenciais são realmente tão ruins quanto imaginavam. Esse conhecimento pode ser o caminho a seguir.

6. Comemore pequenos ganhos.

O fracasso repetido aumenta a desesperança, mas reconhecer até mesmo um pequeno sucesso aumenta a esperança. Redefina o “sucesso” como um ganho: uma pequena melhoria em relação ao desempenho passado devido ao esforço. Em seguida, ajude seu filho a identificar ganhos pessoais.

7. Aumente a assertividade.

As crianças que se sentem sem esperança têm dificuldade em defender-se. Aprender a assertividade, que é o ponto médio entre passividade e agressão, aumenta a esperança e a agência.

A linguagem corporal também importa. Ensine o básico da linguagem corporal confiante: “Manter a cabeça erguida ajuda você a parecer confiante. Sempre olhe a pessoa nos olhos.”

8. Espiritualidade e um coração agradecido podem dar à criança uma mente forte e cheia de esperança.

Crianças esperançosas agradecem. Um estudo descobriu que as pessoas que mantêm diários de gratidão se sentem mais esperançosas com suas vidas em apenas 10 semanas.

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9. Faça o bem à outras pessoas.

À medida que os infortúnios aumentam, a desesperança pode se instalar. Mostrar às crianças que elas têm o poder de fazer a diferença na vida dos outros inspira esperança e aumenta a auto-eficácia.

10. Nunca se esqueça que você está no comando.

Expresse amor e carinho sempre. Mas, tome as rédeas porque as crianças precisam de adultos seguros para se sentirem seguras e saberem que podem crescer com tranquilidade, mesmo que isso não seja tão consciente assim.

Família

10 frases do Papa Francisco sobre a família.

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Em diversas oportunidades, o papa Francisco dedicou algumas palavras para destacar a importância da família, tendo inclusive convocado um Sínodo Extraordinário e um Sínodo Ordinário para abordar este tema, resultando na exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia.

Por ocasião da Semana Nacional da Família, que tem início hoje no Brasil, apresentamos a seguir 10 frases do pontífice sobre a família, sua importância e missão na Igreja e na sociedade:

1. “A aliança de amor e fidelidade, vivida pela Sagrada Família de Nazaré, ilumina o princípio que dá forma a cada família e a torna capaz de enfrentar melhor as vicissitudes da vida e da história. Sobre este fundamento, cada família, mesmo na sua fragilidade, pode tornar-se uma luz na escuridão do mundo”. (Amoris Laetitia, numeral 66, capítulo 3).

2. “Uma família e uma casa são duas realidades que se reclamam mutuamente. Este exemplo mostra que devemos insistir nos direitos da família, e não apenas nos direitos individuais. A família é um bem de que a sociedade não pode prescindir, mas precisa ser protegida”. (Amoris Laetitia, numeral 44, capítulo 2).

O que é uma família?

3. “O que é a família? Para além de seus prementes problemas e de suas necessidades urgentes, a família é um ‘centro de amor’, onde reina a lei do respeito e da comunhão, capaz de resistir aos ataques da manipulação e da dominação dos ‘centros de poder’ mundanos” (Mensagem ao 1º Congresso Latino-americano de Pastoral Familiar, ocorrido em agosto de 2014)

4. “Esta é a grande missão da família: deixar lugar a Jesus que vem, acolher Jesus na família, na pessoa dos filhos, do marido, da esposa, dos avós… Jesus está aí. É preciso acolhê-lo ali, para que cresça espiritualmente naquela família” (Catequese da Audiência Geral de 17 de dezembro de 2014). 

5. “As famílias constituem o primeiro lugar onde nos formamos como pessoas e, ao mesmo tempo, são os ‘tijolos’ para a construção da sociedade” (Homilia na celebração do matrimônio de 20 casais na Basílica de São Pedro, em 14 de setembro de 2014).

6. “Discute-se muito hoje sobre o futuro, sobre o tipo de mundo que queremos deixar aos nossos filhos, que sociedade queremos para eles. Creio que uma das respostas possíveis se encontra pondo o olhar em vós, nesta família que falou, em cada um de vós: deixemos um mundo com famílias. É o melhor legado” (discurso no encontro com as famílias em Cuba, em 22 de setembro de 2015).

7. “O convívio é um termômetro garantido para medir a saúde das relações: se em família tem algum problema, ou uma ferida escondida, à mesa compreende-se imediatamente. Uma família que raramente faz as refeições unida, ou na qual à mesa não se fala mas assiste-se à televisão, ou se olha para o smartphone, é uma família ‘pouco família’” (Catequese da Audiência Geral de 11 de novembro de 2015).

O dom mais valioso

8. “O dom mais valioso para os filhos não são as coisas, e sim o amor dos pais. E não me refiro só ao amor dos pais para os filhos, mas o amor dos pais entre eles, quer dizer, a relação conjugal. Isto faz muito bem a vocês e também a seus filhos! Não descuidem a família!” (Discurso durante audiência aos funcionários da Santa Sé, em 21 de dezembro de 2015).

9. “As famílias não são peças de museu, mas é através delas que se concretiza o dom, no compromisso recíproco e na abertura generosa aos filhos, assim como no serviço à sociedade” (Discurso em audiência aos participantes de encontro promovido pela Federação Europeia das Associações Familiares Católicas, em 1º de junho de 2017).

10. “Vocês são um ícone de Deus: a família é um ícone de Deus. O homem e a mulher: precisamente a imagem de Deus. Ele disse, não sou eu que digo. E isso é grande, é sagrado” (discurso durante audiência com delegação do Fórum das Associações Familiares, em 16 de junho de 2018).

Missão no mundo

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Família

Pai volta pra casa após 10 anos de dependência química.

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Jaime de Paula Oliveira, de 55 anos, ficou longe da família por 10 anos. Ele viveu nas ruas de Curitiba e sofria com a dependência química.

A filha de Jaime, Juliane de Paula Oliveira, 25 anos, sempre quis o pai de volta em sua vida, mas não teve sucesso nas tentativas de trazê-lo para casa.

Jaime se afastou da família e foi parar nas ruas por causa das drogas. Nos primeiros cinco anos, ele chegou a fazer poucos contados com a filha, mas depois desapareceu de vez. “Eu era usuário, vivia sujo e fedido. Não queria que minha filha me visse naquela situação e nem transferir para ela o meu problema”, explicou.

Jaime estava desconfortável coma situação. Então, decidiu buscar ajuda. O apoio veio de uma fundação que ajuda pessoas em situação de rua. Lá ele foi acolhido e arrumou emprego por duas vezes, mas acabou retornando para as ruas.

“Eu nunca quis mudar o número do meu telefone porque sabia que era o único meio que meu pai tinha de me encontrar. Eu sabia que um dia ele podia me ligar”, contou.

O trabalho, segundo ela, foi a alavanca que ele precisava para a virada de chave. “Ele viu que com o trabalho ele podia ter uma casa, ter as próprias coisas.”

De volta pra casa

Ter a filha por perto foi o que motivou Jaime a sair das ruas. “Ela sempre foi meu foco e hoje é minha alegria. Como não tenho pai e mãe, ela é a única pessoa na minha vida”, contou.

Hoje, Jaime comemora cada momento com a filha. “Ela vem na minha casa, nós saímos almoçar. Já avisei que daqui pra frente eu serei um carrapato”, brincou.

“Eu estou muito feliz em ver em quem ele se transformou, ele é uma outra pessoa, tranquila e muito esforçada”, contou Juliane.

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Família

Paternidade tardia. O que você precisa saber!

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Ser pai é um dom, uma dádiva dada por Deus. No entanto, nos dias atuais muitos homens tem feito opção pela paternidade tardia.

Uma pesquisa divulgada no site da BBC, nos leva a refletir sobre a questão. Já que estamos no mês onde comemoramos do dia dos pais.

A pesquisa relevou que, homens que decidem virar pais depois dos 35 anos corre mais riscos de ineficiência ou de prejudicar a saúde do bebê.

Além disso, a cada ano que passa, os espermatozoides sofrem baixas significativas na quantidade e na qualidade — o que pode dificultar as tentativas de gerar um descendente.

Essas informações são particularmente importantes num cenário em que os planos de ter um bebê são postergados para cada vez mais tarde, por causa dos projetos profissionais e educacionais.

E isso ocorre num contexto em que apenas os riscos da maternidade tardia são bem mais conhecidos entre a população. De forma geral, as mulheres sabem da dificuldade aumentada da gestação após os 35 ou os 40 anos.

Embora a fabricação dos gametas masculinos seja constante, a qualidade desse processo não é a mesma após uma certa idade.

Com o passar dos anos, é natural que essas células sejam feitas em menor quantidade e apresentem mais defeitos. Essas falhas, por sua vez, podem impedir a fecundação o que leva à dificuldade para ter um filho.

Porém, algumas pesquisas indicam que, mesmo quando as tentativas de gerar um descendente são bem sucedidas, existe o risco de que o bebê apresente com mais frequência algumas condições de saúde, como nascimento prematuro, complicações após o parto e até autismo.

Cedo ou tarde a paternidade deve ser vivida de forma responsável. Seja pai, seja presente, seja um pai feliz!

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