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Nascido com 22 anomalias, bebê é usado como piada na internet. E é essa a resposta da mãe

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Hoje em dia, com a internet e as redes sociais, as pessoas interagem e estão sempre ligadas. A todo o momento estão postando e compartilhando textos, fotos e vídeos dos mais diversos assuntos. E os “memes” ainda são uma febre. Uma forma de compartilhar uma ideia engraçada, fazer uma piada através de uma imagem, por exemplo.

Mas, nem sempre essa parte bem humorada da internet é usada do jeito correto e para o bem. Jenny Smith sentiu na pele isso. Seu filho Grayson nasceu com “22 anomalias de nascimento”, em 2013. Pouco mais de duas semanas após sair do hospital, os médicos não acreditavam que ele tivesse muito tempo de vida.

Menino vira piada na internet

Família não se deixa abater pelos comentários pejorativos:

Imagine o choque que Jenny levou ao ser informada de que o filho tinha virado um “meme” cruel nas redes sociais, com pessoas zombando de sua condição. Embora o fato a tenha deixado desolada e tenha a feito pensar em excluir a página do Facebook dedicada a Grayson, Jenny contou à ABC News que ela e seu marido, Kendyl, tentaram olhar o incidente de forma positiva.

“Meu marido e eu estamos tentando usá-lo como um exemplo positivo”, disse Smith à ABC News. “Nº 1, para que outras famílias saibam que pode acontecer com elas. N° 2, tentar educar pessoas de crianças com necessidades especiais e que as crianças em fase terminal não devem ser usadas como motivo de piada. Esta é a foto de uma criança e pessoal de alguém e não deve ser usada como brincadeira “.

Menino vira piada na internet

Ela decidiu procurar todas as páginas que tinham compartilhado a foto de seu filho. Algumas retiraram do ar, mas outras se recusaram.

“Algumas pessoas pensam que é engraçado, mas não acho humor em machucar outras pessoas para rir”, disse ela à CBS News. Grayson é um lutador e merece respeito e é por isso que seus pais brigam por ele e para que seja amado do seu jeito.

Foto: Reprodução/ Facebook

Fonte: The Poch Times

Mulheres

Monumento na Nigéria presta homenagem a guerreira Amazona

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A cidade de Benin, na Nigéria, inaugurou vários monumentos por ocasião do Dia da Independência do país .

Entre as obras de arte, está uma estátua de mais de 30 metros, de uma Amazona, dedicada ao exército feminino da época do Reino de Dahomey ou Daomé (atual Benin).

A estátua é considerada por alguns a rainha Tassi Hangbè, que assumiu o comando militar após a morte do irmão gêmeo o rei Akaba, e governou entre 1708 e 1711.

Hangbè foi a primeira amazona a criar um batalhão com as melhores guerreiras.

As amazonas são responsáveis por boa parte da fama de Daomé – um dos reinos africanos mais poderosos, que existiu entre os séculos XVII e XIX.

De quinze reis em Daomé, a única mulher é Tassi Hangbé. E este é o único exército feminino de que se tem registro na história moderna.

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Curiosidades

Mulher cria vestidos inspirados em uma cidade francesa.

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A responsável por esta coleção de vestidos encantadores é a designer francesa, Sylvie Facon. Inspirada pela antiga cidade da região de Hauts-de-France. Ela criou um vestido Hommage à Arras, cheio de elegância que parece ter saído de um conto de fadas.

Inicialmente, o vestido parece ser uma criação de ficção. Mas um olhar mais atento revela que retrata as riquezas artísticas e arquitetônicas de Arras em sua verdadeira forma.

Os edifícios de inspiração flamenga da praça medieval da cidade são mostrados no busto. As estatuetas medievais de ouro são conhecidas como os Anjos de Saudemont e repousam na cintura do modelo.

Em contraste com estes conhecidos monumentos, a indumentária contém também os pequenos detalhes que distinguem Arras como única desde o seu pavimento até à sua flora.

A Facon visa “aperfeiçoar todas as etapas, do esboço ao ponto final”, criando peças que misturam grande arte com moda sob medida.

Imagens retiradas do Instagram

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Mulheres

Mãe reencontra filha trocada na maternidade, depois de 37 anos

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O caso aconteceu no interior de São Paulo. Maria Regina, que até então vivia com duas filhas em Ribeirão Preto, recebeu uma carta da Santa Casa de Sertãozinho (SP), em abril deste ano.

O bilhete informava que duas bebês nascidas em 1985 haviam sido trocadas, e uma delas era a filha da mulher.

Maria Regia ligou para a advogada e disse estar em choque, como se um cometa tivesse caído em sua cabeça.

Uma mistura de revolta e alegria tomou conta da mãe que reencontrou a filha biológica, depois de 37 anos. Durante esse tempo todo ninguém desconfiou de nada.

Como foi a troca

A suspeita da troca veio à tona quando a bióloga Mônica Tatiane Ribeiro, de 37 anos, descobriu que não era filha do casal que a criou quando estava grávida.

“Descobri em setembro de 2021. Foi muito doloroso. Eu estava grávida, então foi um processo bem difícil digerir tudo isso. Esperei a gravidez para ir atrás da Santa Casa e encontrar a minha mãe biológica”, relatou.

O caso foi esclarecido de vez depois que Maria Regina e Mônica fizeram um exame de DNA.

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