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Ciência e saúde

Ao entrar no quarto do filho, mãe descobre algo assustador e faz alerta aos pais

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Uma mãe não imaginava que ao entrar no quarto de seu filho se depararia com algo surpreendente: uma pilha de remédios para diarréia. Segundo a própria mãe, o menino nunca havia tido problemas intestinais. O que causa mais espanto ainda no caso. Na hora que encontrou todas aquelas caixas de Imodium a mãe se assustou e não entendeu o porquê daquilo.

Depois de pesquisar sobre o remédio ela descobriu que muitos adolescentes estavam consumindo-o por ter os mesmos efeitos da heroína.  “Esse agente opióide ajuda a ligar os receptores no cérebro causando uma euforia semelhante”, disse o Dr. Scott Krakower, um médico especializado em dependências. O produto vendido em qualquer farmácia garante o fácil acesso dos jovens.

A droga que aparentemente parece inofensiva se consumida em grande quantidade pode causar sérios danos à saúde. A CBS News divulgou que em média os adolescentes estão consumindo cerca de 50 a 300 comprimidos por dia.

Os adolescentes chegam a consumir cerda de 50 a 300 comprimidos por dia.

“De acordo com o estudo, Imodium AD em grandes doses tem os mesmos efeitos no corpo do que a heroína, a morfina e a oxicodona. No entanto, o Imodium AD é uma alternativa mais barata”, diz a CBS News. Por ser mais barato e ter os mesmos efeitos da heroína a tendência é que o consumo dessa droga aumente ainda mais.

A “droga” ainda não é considerada ilegal, o que torna mais preocupante ainda a situação. Mesmo sendo considerada como um medicamento, em doses altas ela causa efeitos permanentes, como cãibras de estômago severas, insuficiência cardíaca e até mesmo a morte.

O caso do menino serve como um alerta para o pais e para quem faz uso do medicamento. Muitos pais acabam deixando de lado alguns cuidados que devem ser primordiais por alegar que estão dando liberdade. Entretanto devemos sempre estar atentos ao que eles consomem, pois muitas vezes pode significar riscos para a própria vida deles.

Muitos remédios possuem elementos que podem tornar o usuário em viciado. Por isso sempre devemos também conhecer o que estamos ingerindo e também nunca se automedicar.

Fonte: Histórias com valor 

 

 

Ciência e saúde

Quais são os sinais de que você está consumindo pouca proteína.

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A proteína é um nutriente essencial ao bom funcionamento do nosso organismo, no geral. Pessoas que seguem uma dieta vegan podem estar mais suscetíveis a registar níveis insuficientes de proteína, por exemplo. Mas qualquer pessoa pode estar a “falhar” no consumo da mesma – e o corpo dá sinais.

Confira alguns indícios de que está a ingerir pouca proteína, de acordo com a revista Health:

  1. Está mais suscetível a fraturas – os nossos ossos não necessitam somente de cálcio, mas também de proteína, comprovou uma revisão de pesquisas realizada em 2018.
  2. Tem o cabelo e unhas frágeis – ambos podem começar a quebrar com maior facilidade, após algum tempo a consumir proteína insuficiente.
  3. Está a perder peso (dos músculos) – se os números na balança estão a cair, pode ser altura de aumentar o consumo da proteína.
  4. Sente-se fraco – sendo que a proteína é uma componente da hemoglobina, que transporta o oxigénio, níveis baixos da mesma podem levar ao cansaço fácil ou falta de ar.
  5. Está sempre constipado – os anticorpos necessitam da proteína, pelo que a falta desta pode enfraquecer o nosso sistema imunitário, tornando-nos mais suscetíveis a problemas como constipações.

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Ciência e saúde

O poder a música no desenvolvimento de crianças autistas

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O pequeno Isaac, de 2 anos, tem Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele falou pela primeira vez durante uma sessão de musicoterapia.

Juliana Pereira, mãe de Isaac disse que a criança foi diagnosticada com autismo regressivo nos primeiros anos de vida. O transtorno é caracterizado por começar mais tarde que outras neurodivergências.

Na prática, a pessoa se desenvolve normalmente até cerca de 18 meses de vida, quando surgem os primeiros indícios. O autista regressivo tem diminuídas as capacidades de linguagem e socialização. 

Por isso, o menino não havia falado nenhuma palavra até então. Mas, com o acompanhamento de médicos, fonoaudiólogos e com as sessões de musicoterapia, Isaac falou pela primeira vez durante uma brincadeira lúdica com o musicoterapeuta Anderson. 

Juliana, criou um perfil para mostrar a rotina do filho. Basta acessar @julianasppereira, para ver Isaac dizer outras palavras que aprendeu a falar.

A musicoterapia

Apesar de ainda não ser amplamente conhecida, a musicoterapia é recomendada para autistas e neurodivergentes em geral, principalmente crianças.

O tratamento pode ajudar na diminuição do estresse e no desenvolvimento da comunicação, entre outros benefícios.

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No entanto, em junho deste ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar ampliou a cobertura de planos de saúde para transtornos globais de desenvolvimento. É o caso do autismo.

Com a decisão, musicoterapia e outros serviços indicados por um médico podem ser solicitados junto ao plano de saúde, que é obrigado a custear o atendimento.

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Ciência e saúde

Pele de porco devolve visão a 14 pessoas, diz estudo

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A de porco foi usada para substituir parte da região ocular afetada. O estudo mostrou que dos 20 pacientes, 14 eram cegos antes de receberem o implante e 6 estavam próximos de o ser.

Dois anos após a cirurgia, todos os participantes do estudo recuperaram a visão, sendo que três apresentam, inclusive, uma visão perfeita.

Os pacientes sofriam de uma condição conhecida como ceratocone que se caracteriza pela danificação da camada externa protetora do olho. Nesses casos, a córnea, vai ficando gradualmente mais fina, enquanto se projeta progressivamente para fora. 

Os resultados obtidos surpreenderam os próprios investigadores, que consideraram a intervenção um sucesso.

“A bioengenharia de tecidos implantáveis ​​é a chave para lidar com a carga global da cegueira da córnea”, diz o estudo. 

Sendo o colágeno da pele de porco um subproduto da indústria alimentar, há também uma possibilidade acrescida de que este seja mais fácil de adquirir, inclusive, do ponto de vista econômico.

Existe também a esperança de que tratamentos semelhantes que recorram a tecido animal em lugar de doações humanas possam ser utilizados em outros tipos de doenças oculares.

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