Mulheres

Mulheres, como vai o coração?

Você sabia que a cada seis minutos, uma mulher morre de doença cardiovascular.

Essas enfermidades, incluindo AVC e enfarte, matam mais mulheres do que todos os tipos de câncer somados. Alguns fatores de risco específicos, como gravidez e anticoncepcional, influenciam.

Somados a isso estão a menor representatividade em estudos clínicos e o menor acesso a exames, que elevam o risco de subdiagnóstico.

Por causa disso, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) lançou nesta quinta-feira (13/10) um documento de alerta sobre o problema.

No manifesto, a entidade propõe reduzir a mortalidade feminina decorrente de doenças cardiológicas em 30% até 2030. “Na mortalidade proporcional das mulheres (que considera todas as causas de morte), as doenças cardiovasculares têm proporção maior do que nos homens”, diz Glaucia Moraes de Oliveira, diretora da SBC. Entre brasileiras, essa taxa era de 30,4% em 2019, ante 26,4% entre homens.

Segundo Glaucia, a prevalência das doenças cardiovasculares tem crescido entre jovens e mulheres no pós-menopausa.

Riscos Fatores de risco tradicionais para doenças cardiovasculares são os mesmos para homens e mulheres. Alguns exemplos são hipertensão, diabete, obesidade, tabagismo, altos níveis de gordura no sangue e sedentarismo.

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