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Mãe percebe mancha amarela no olho da filha e no hospital descobre gravidade da situação

Os pais da pequena Alice Jacques, de 15 meses, viveram momentos de tensão, em que quase viram a vida da filha se esvair diante deles. Sua mãe, Louise, de 34 anos, correu com a filha para o hospital quando percebeu que ela tinha uma mancha amarela estranha no branco de seus olhos.

Ela ficou internada, sob observação, mas uma semana depois precisou ser transferida para o Leeds General Infirmary. De acordo com o Hull Daily Mail, ela ficou entre a vida e a morte quando seu fígado parou de funcionar por conta de um vírus raro e agressivo, desconhecido pelos médicos.

“Ela foi submetida a diálise para que eles pudessem começar a filtrar seu sangue porque seu fígado não estava fazendo o que era deveria. Ele estava mais quase morto no espaço de apenas uma semana”, desabafa Louise. Era necessário um transplante o quanto antes e Alice foi colocada no topo da lista à espera do órgão. Foi quando sua família percebeu o quanto a situação era grave.

Bebê fica entre a vida e a morte e transplante a salva

Transplante de fígado:

Os pais da menina fizeram exames para saber se eram compatíveis. Descobriram que Louise era e estava pronta para doar o fígado para a filha. Em menos de um dia, os médicos correram para que o procedimento fosse realizado. No dia da operação, outro doador apareceu e rapidamente a cirurgia foi feita:

Bebê fica entre a vida e a morte e transplante a salva

“Foi a mais longa espera de nossas vidas e ficamos tão felizes por ela ter sobrevivido em meio a tantos riscos”, conta a mãe. Após a operação, a icterícia de Alice melhorou, mas ao sair do hospital, sua condição ficou delicada de novo. Ela foi levada ao médico outras diversas vezes porque complicações causadas pelo transplante bloquearam a abertura do intestino, fazendo com que ela começasse a produzir vômito vermelho, precisando de outra operação.

Bebê fica entre a vida e a morte e transplante a salva

Tempos depois, ao se mudarem para outra casa, a menina apresentou uma melhora: “Alice toma cerca de 12 seringas de medicação por dia e está em imunossupressores, mas é o melhor que ela tem sido desde a operação.”, comemora Louise.

Agora com 18 meses, Alice está cada vez melhor e evoluindo constantemente. Seus pais apenas agradecem ao hospital que a recebeu e fez de tudo para salvá-la e esperam uma recuperação completa da filha.

Foto: Reprodução/ Richard Addison

Fonte: Mirror