Inspiração

Garotinho mostra todo seu espírito guerreiro em luta contra câncer agressivo no cérebro

O norte-americano Cameron Scott é um garotinho de apenas 8 anos, mas que já sabe o que é enfrentar uma grande dificuldade.

Com todo o seu espírito guerreiro e de vencedor, o pequeno superou um câncer agressivo no cérebro. O menino sofria com um meduloblastoma, forma de câncer que, nos Estados Unidos, atinge de 250 a 500 crianças por ano de acordo com números do St. Jude Children’s Research Hospital.

Ao programa “The Today Show”, a mãe de Cameron, Tamika, explica que a luta travada pelo filho foi “como uma experiência fora do corpo”. Após um acidente no qual o menino caiu da escada, ele foi levado ao hospital. Lá, recebeu o duro diagnóstico de um tumor.

Durante seis meses que pareceram nunca ter fim, o menino precisou operar, fazer radioterapia e enfrentar uma complicada e cansativa quimioterapia. Tudo custeado pelo St. Jude. E apesar das dificuldades enfrentadas, Scott nunca baixou a cabeça. Determinado a se recuperar, o garotinho manteve a cabeça erguida e passou pelo tratamento como gente grande.

Hoje, com ele recuperado, a história do menino repercutiu e a família foi presenteada com uma viagem para Flórida. E o pequeno está mais do que pronto para recomeçar e ter uma vida normal longe da terrível doença. “Ele é meu herói”, comentou a mãe.

O que é o meduloblastoma?

Tumor cancerígeno que normalmente atinge crianças, o meduloblastoma representa cerca de 20% de todos os tumores cerebrais infantis. Além disso, ele é levemente mais frequente nos meninos do que nas meninas.

Foto: Shutterstock

Seus sintomas incluem:

  • Dor de cabeça;
  • Náuseas ou vômitos matinais que pioram com o passar do tempo;
  • Perda da coordenação motora;
  • Alterações visuais;
  • Confusão mental

Uma vez diagnosticado, o tratamento é realizado em três etapas. A primeira consiste em uma cirurgia para que o máximo possível do tumor seja retirado. A segunda é a terapia por meio da radiação. E a última é a quimioterapia.

Quando a doença não se espalha pelo corpo, a taxa de sobrevivência entre o pacientes é de 70% a 80%, em média, segundo o St. Jude. Nos casos em que a doença se espalha pela medula espinhal, o número cai para 60%.