Rebecca Crompton viu seu bebê nascer na 41ª semana de gestação. Quando estava com seis a sete centímetros de dilatação, não conseguia fazer com que o menino viesse ao mundo. Ela tentou todas as posições possíveis, mas nenhuma funcionou. Então, os médicos perceberam que a pressão cardíaca da criança tinha caído e algo precisava ser feito rapidamente.
Uma episiotomia, corte feito na área entre a vagina e o ânus da mulher, chamada de períneo, foi feita para salvar a criança. Mas, quando Jake enfim nasceu, ele não chorou. Não esboçou nenhum som ou reação. Logo perceberam que ele estava azul e não respirava. O pequeno precisou ser ressuscitado e levado para uma Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais.
“Jake não chorou quando nasceu e eu continuava dizendo: ‘Por que ele não está chorando? ‘” Depois de estar acostumada a ouvir um bebê chorar ao nascer, foi horrível.”, conta Rebecca. Ela também é mãe de Alexia, de 8 anos, e Isabella, de 4. Sua pressão sanguínea caiu após o parto e ela só pôde encontrar o filho horas depois.

Os médicos resfriaram o corpo de Jake para evitar maiores danos ou inchaços no cérebro, visto que ele estava pedindo por oxigênio. Somente no quarto dia internado, a situação do bebê se estabilizou e Rebecca conseguiu alimentá-lo.
Mais uma reviravolta na saúde do filho:

Quando eles pensavam que tudo estava se encaminhando, Jake desenvolveu uma infecção intestinal muito séria. Por vários dias, tomou altas doses de antibióticos – somente 27 dias depois é que finalmente teve alta!
Agora, com um ano de idade, ele é um garoto perfeitamente normal e contagiante. A mãe não deixa de agradecer ao hospital que atendeu a família durante esse período de maneira atenciosa e cuidadosa. Ela chama a atenção também para o fato de que não somente bebês prematuros acabam apresentando problemas logo após o nascimento.
Foto: Reprodução/ Internet
Fonte: Lancashire Telegraph












