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Em São Paulo, problemas respiratórios são agravados pela poluição do ar

Sabemos que ultimamente não esta fácil permanecer saudável em São Paulo. Até antes de ontem, fazia 35 dias que não chovia na Capital. Com a umidade relativa do ar em 30%, o ar poluente não está se afastando de nós. Por causa da poluição, problemas como alergias respiratórias e de pele podem se agravar principalmente em crianças, idosos e portadores de doenças crônicas.

De acordo com especialistas, a exposição a essa atmosfera poluída pode aumentar o número de casos relacionados a problemas cardíacos e respiratórios como: angina, infarto, arritmias, agudização de doenças crônicas como a asma e a DPOC; a piora da função pulmonar e da capacidade de exercício e maior vulnerabilidade a infecções respiratórias.

O último levantamento de dados feito pela Secretaria Estadual de Saúde mostrou que 60% das internações por doenças respiratórias ocorrem no período entre março e agosto, quando há menos chuvas e baixo nível de umidade do ar, o que consequentemente aumentam os níveis de poluição. Apesar de já estarmos na primavera, o clima da cidade ainda não mudou.

Os sintomas mais leves que o clima seco provoca pode ser amenizado simplesmente bebendo bastante água e com o uso de hidratante corporal, se isso não bastar, o soro fisiológico pode ser uma alternativa. No caso de piores sintomas como chiado no peito, tosse, dor torácica, ou palpitações, é recomendável a procura de um médico; sobretudo aqueles que já sofrem com doenças metabólicas, respiratórias e cardíacas, idosos e crianças pequenas.

Fique atento, beba bastante água, use hidratante e protetor solar.