
Ela só tinha uma chance de sobreviver: fazer um transplante. Pouco depois, é surpreendida com doação
A doação de órgãos pode salvar vidas. Esse não só é um dos motes que incentiva as campanhas do gênero, mas é a frase que resume a importância do ato. Mesmo que lidar com a perda de um ente querido seja extremamente difícil, é possível que outra pessoa tenha uma nova chance, graças a ele. Uma matéria da ABC mostrou a história de uma garotinha que endossa como a doação é essencial.
Além disso, ela chama a atenção para um fato: quando pessoas negras precisam de medula óssea, apenas 25% delas conseguem um transplante a tempo, por falta de doadores. Enquanto no caso de pessoas brancas, esse número sobe para 75%. A garota da matéria se chama Denniya Rawls. Com apenas três meses, ficou muito doente e os médicos achavam que não fosse sobreviver.
Diagnóstico ou sentença de morte?
Ela foi diagnosticada com uma doença rara chamada Linfo-histiocitose hemofagocítica (HLH) primária. Seu sistema imunológico estava atacando seus órgãos saudáveis e causando um colapso em seu corpo. Ela precisava de um transplante de medula óssea o mais rápido possível.

Rabi Hanna, diretora de transplante de sangue e medula pediátrica do Cleveland Clinic Children’s disse: “Pacientes com esta doença, se não receberem transplante de medula óssea, morrem, infelizmente”, sentenciou. Nenhum dos familiares de Denniya era compartível com ela. E dada a escassez de doações de pessoas afro-americanas, as chances eram poucas.

Por isso, quando algumas poucas semanas depois, seus pais receberam a notícia de que um doador tinha sido encontrado, a alegria foi generalizada. Dennard Rawls, o pai de Denniya, contou que foi emocionante e uma benção esse encontro tão rápido. Antes do procedimento, a menina passou por oito semanas de quimioterapia e antes do transplante, sua condição piorou.

Mas, contrariando as expectativas, mais de 100 dias depois e agora com sete meses, Denniya finalmente está bem e poderá ir para casa. Seu caso mostrou como a doação de órgãos é vital e pode salvar muita gente!
Foto: Reprodução/ Internet/ Vídeo
Fonte: ABC 30
