Dependendo do hotel onde nos hospedamos, não costumamos ter muitas desconfianças quanto a questão da limpeza. As toalhas são sempre trocadas, o chão é higienizado, a cama é arrumada, enfim, um bom estabelecimento cuida da melhor maneira dos quartos e o resultado costuma ser aparente.
No entanto, é bastante comum que em meio a toda a limpeza, um detalhe seja esquecido. Ou melhor, um acessório seja negligenciado. De acordo com uma investigação realizada pela rede de televisão norte-americana ABC News, após a realização de exames de germes em nove hotéis da cidade de Los Angeles, foi constatado que os secadores de cabelo dos quartos continham mais bactérias do que o esperado.
O biomédico Roberto Figueiredo, famoso pelo apelido “Dr. Bactéria”, explica que compartilhar o secador contaminado pode ser o gatilho para casos de caspa, acne e até mesmo feridas e micoses. E a transmissão se dá porque a temperatura do secador não aquece o suficiente para eliminar as bactérias.
Ainda segundo o especialista, a higiene do aparelho é fundamental, mas não deve ser feita à base de produtos cuja composição apresente muita água. O doutor explica que a melhor opção é usar álcool isopropílico, que por ser puro e altamente volátil, é capaz de eliminar quase todo tipo de bactéria.
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Foto: Gazeta Online / Reprodução
Em casa, com o uso de um pano e do produto, o ideal é que a higienização do secador seja realizada de 15 em 15 dias, enquanto os hotéis devem tomar o procedimento como diário.


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