PUBLICIDADE

É incrível como descobrimos coisas sobre o mundo através das múmias e seus sarcófagos antigos, não é? É tanta cultura, história e vida que existiu semelhante à nossa que nos faz querer saber mais e mais sobre quem viveu numa época anterior à nossa.

Médicos especialistas analisaram antigos artefatos egípcios que estava localizados no Maidstone Museum, no Kent. Quando olharam pela primeira vez os restos mumificados preservados em um pequeno sarcófago, acreditaram ser um falcão de 2.300 anos de idade. Após as diversas análises ficaram espantados com o que de fato era.

Os restos mumificados se tratavam de uma múmia bebê. Sim, uma das mais jovens múmias humanas do mundo. Através da tomografia realizada no cadáver, foi possível estudá-lo sem danificar qualquer parte encontrada. Surpreendente, não?

Identificamos que a múmia encontrada era um bebê na vigésima semana de gestação que foi abortado. Ela é considerada uma das mais jovens múmias humanas identificadas em qualquer lugar do mundo”, conta Samantha Harris, a gerente de coleções do museu em que a peça faz parte.

Este é um dos marcos mais importantes para o museu, sendo a segunda nova descoberta do museu, já que antes foi encontrada uma múmia egípcia de 2.700 anos. Conhecida como Ta-Kush, recebeu uma tomografia computadorizada - a mesma que o feto de 20 semana - para reconstruir seu rosto. Os cientistas alegam que a múmia possuía cerca de 20 anos quando morreu.

As análises foram feitas e uma fratura em uma das vértebras da múmia foi encontrada. Aparentemente ela sofreu uma queda ou aterragem vertical. Porém os cientistas acreditam que ela sobreviveu a lesão por conter sinais de cura no local.

A investigação se manterá para descobrirem mais sobre sua vida e história. Um caso muito curioso, além de valer grandes informações para nossa história.

Fotos: Reprodução / Paul Dixon, Maidstone Museum

PUBLICIDADE