Síndico proibiu o porteiro de ajudar moradora cadeirante. Foi aí que ela decidiu ir contra todos.


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Cadeirante ganha na justiça o direito de ser ajudada pelo porteiro do seu prédio

Tudo aconteceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, onde Ana Teresa teve que entrar na justiça para conseguir uma ajuda que deveria ser uma obrigação de qualquer ser humano.

Ela sofreu um acidente que a deixou debilitada há 37 anos e mora neste prédio há 15. Depois de muito insistir, o síndico decidiu colocar uma rampa de acesso no elevador da garagem, onde ela estaciona o seu carro.

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Porém, a rampa é muito íngreme e ela ainda precisava da ajuda do porteiro para conseguir subir até o elevador. Foi aí que ela recebeu a notícia: o funcionário estava proibido de ajudá-la.

Segundo o síndico, eles já haviam cumprido com as obrigações legais, portanto não estavam dispostos a tirar o porteiro deu seu posto sempre que ela precisassem, pois isso poderia prejudicar a segurança do prédio.

A mulher tentou convencê-los a voltar atrás de todas as formas administrativas possíveis, mas de seus 39 vizinhos, apenas 1 ficou ao seu favor nesta história.

Processo

Depois de inúmeras tentativas de acordos informais, ela decidiu consultar o seu advogado e resolver isso na justiça.

O processo demorou 8 anos para ser concluído, o jurídico do prédio usou todos os recursos possíveis para adiar a sentença. Mas neste ano, foram obrigados a indenizar Ana Teresa em 40 mil reais.

Além disso, também terão que construir um elevador que leve a mulher da garagem no sub-solo até o seu andar.

Confira a história completa:

Ficamos felizes que Ana Teresa tenha conseguido vencer essa batalha na justiça.

Apesar disso, é preocupante pensar que todos os moradores e o síndico foram contra que uma pessoa com as capacidades motoras limitadas fosse ajudada durante alguns minutos pelo porteiro.

Fonte: Fantástico

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