Órfãs, gêmeas siamesas africanas não desejam se separar. E elas sonham alto


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Não há palavra mais poderosa do que ‘superação’ para definir o caso das gêmeas siamesas Consolata e Maria Mwakikuti. Aos 19 anos, as duas estão no último ano de colegial em uma escola na cidade de Iringa, na Tanzânia, país localizado na África Oriental – pedaço do continente banhado pelo Oceano Índico.

Órfãs, as duas perderam os pais logo após o seu nascimento e foram adotadas pela ONG Maria Consolata (de onde veio a inspiração para seus nomes). E para quem pensa que elas desejam se separar, a verdade é que seus planos são bem diferentes disso.

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Mesmo a Tanzânia sendo um dos países mais pobres do mundo, as gêmeas encontraram na educação um caminho para não desistirem de seus sonhos. E elas sonham alto! Seu grande objetivo é terminar o colegial e entrar em uma universidade. Elas desejam ser professoras: “Vamos dar aulas usando um projetor e computadores”, comentam à BBC.

As adolescentes já deixaram bem claro que não tem a intenção de realizar uma cirurgia de separação e inclusive estão dispostas a dividir um único marido – esta é sua pretensão, na verdade.

Maria e Consolata sabem muito bem como enfrentar as dificuldades e os preconceitos gerados por sua condição. Mas o mais importante é que estão felizes juntas e querem, de alguma forma, fazer a diferença em meio à complicada realidade de seu país.

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