Menina de três anos dorme apenas 90 minutos por dia. E mãe desabafa sobre síndrome rara


Menina sofre com síndrome que faz com que ela durma apenas 90 minutos por dia.
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Um dos problemas que os pais mais batem de frente na criação dos filhos é a hora de dormir. Alguns pais enfrentam uma verdadeira luta no momento de colocar os baixinhos para dormir. Ainda mais aquelas crianças que são ligadas no 220 quase que 24 horas por dia. Choro, gritaria, teimosia e tantas outras coisas que acontecem nessa hora tão difícil, ainda mais para os pais da menina Ever.

Mesmo com toda a jornada exaustiva de fazer eles dormirem, no fim ele sempre acabam cedendo. Entretanto não é o caso dessa menina de apenas três anos. Ela dorme apenas um hora e meia por dia. Sim, você não leu errado! Uma doença rara faz com que a pequena Ever não consiga dormir mais que uma hora.

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O distúrbio chamado Síndrome de Angelman apresenta aspectos muito peculiares nas crianças que sofrem com a doença. Problemas com o sono, dificuldades no equilíbrio e na fala, e frequentes ataques de riso são alguns dos efeitos. Os pais Robin e Kirk contaram que a garotinha sempre está sorrindo e com uma super energia, mesmo não dormindo nada.

Ever dorme apenas 90 minutos por dia e mesmo assim sempre está sorrindo.

O problema com o sono de Ever afeta principalmente os pais que já dizem ter se acostumado com a situação. Dormir de 4 a 6 horas por dia é considerado uma benção para o casal. O horário flexível do trabalho ainda ajuda Robin e Kirk que se revezam a noite. Enquanto um dorme, o outro está cuidando e brincando com Ever.

Robin e Kirk consideram uma boa noite de sono dormir de 4 a 6 horas por dia.

Os dois contam que apesar das dificuldades na fala, Ever consegue se comunicar bem apenas apontando ou gesticulando o que ela quer. Sempre sorrindo e dando risadas, a pequena menina conquista a todos com o seu jeito sempre feliz. Segundo os pais, não há ninguém que não ame sua filha.

Síndrome de Angelman

A doença é um problema genético que afeta uma criança a cada 12.000. A principal característica é o atraso que prejudica ações como a fala, coordenação motora e o intelecto. Outros efeitos como a hiperatividade e ataques de riso também são frequentes.

O tratamento ainda se resume a terapias que incentivem o desenvolvimento da garotinha e que também controlem a hiperatividade. Entretanto uma terapia gênica está sendo estudada por cientistas, assim seria evitado falhas nos genes responsáveis pela doença.

Fonte: Não acredito 

 

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