Mãe se revolta ao ver a filha nascer na 22ª semana de gestação e morrer por falta de ajuda médica


Bebê prematura morre por falta de ajuda médica
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Sophie Dennis tinha cinco filhos. Quando descobriu que esperava o sexto, ela e o marido ficaram muito empolgados. Durante suas férias, percebeu que algo estava estranho: Sophie estava sangrando e precisou correr para o hospital. Lá, os médicos descobriram que ela tinha um hematoma subcoriônico, um coágulo de sangue que se forma em torno de uma placenta separada.

“Eles disseram que isso era comum e não tinha nada com que se preocupar, mas eu estava tão assustada porque eu tinha cinco filhos e nunca tinha ouvido falar disso, e ninguém mais que eu conhecia tinha”, disse Sophie ao Evening Chronicle. Mas, os médicos estavam errados. Na 22ª semana de gestação, ela deu à luz.

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Bebê prematura morre sem ajuda médica

Médicos não ajudam a bebê:

A mãe descreveu para um grupo pró-vida, que sua filha estava mexendo os braços e pernas e respirou pelo menos 6 vezes ao nascer. Autumn infelizmente faleceu duas horas depois, e Sophie alega que ela não foi ajudada pelos profissionais do hospital. Depois do funeral da pequena, o casal marcou uma consulta com o neonatologista, para entender porque os cuidados necessários não foram aplicados à filha naquele momento.

Bebê prematura morre sem ajuda médica

O que Sophie e o marido ouviram os deixou estarrecidos. O hospital alegou que a criança não tinha o peso e o tamanho para que pudesse ser salva. Mas, essas medidas nem ao menos foram tiradas da bebê! De acordo com o Royal College of Obstetricians and Gynecologists, uma associação profissional padrão para o sistema de saúde administrado pelo governo do Reino Unido, não há chances de sobrevivência para um bebê nascido na 22ª semana ou antes disso.

Bebê prematura morre sem ajuda médica

“Ninguém pode prever se a nossa criança naquela noite podia ou não ter sobrevivido com base em outros bebês, porque todos eles são indivíduos”, disse Sophie ao The Sun. “Mas com ajuda, as coisas poderiam ter sido completamente diferentes”, completou.  Ela começou uma petição para que os pais possam escolher se o filho deve ou não receber atendimento ao nascer a partir da 22ª semana.

Foto: Reprodução/ Internet

Fonte: Liftable

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