Mãe rejeita aborto sugerido por médico e decide ter bebê com órgãos fora do corpo


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Holly Hodson ainda estava grávida de oito meses quando fez um ultrassom e descobriu uma doença grave em seu filho Teddy. A doença é a chamada gastrosquise, causada por uma má-formação do feto decorrente de um defeito na construção da parede abdominal.

Esse defeito é caracterizado por uma abertura na região abdominal, que torna possível a visualização de vísceras abdominais, como estômago e intestinos.

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Imediatamente os médicos sugeriram à Holly que interrompesse a gravidez, afirmando que o bebê não sobreviveria.

Então Hodson e seu marido Stephen, se recusaram a aceitar o conselho dos especialistas depois de pesquisarem a fundo e descobrir que o pequeno tinha ainda alguma chance de sobreviver.

Assim, Teddy nasceu em 14 de dezembro de 2015. “Ele é um menino tão feliz. Ele simplesmente adora fazer caras e falar com as pessoas. Ele sempre sorri e é simpático com pessoas que ele ainda nem conhece. Ele é maravilhoso”, conta Holly.

De acordo com o Hospital das Mães Mater, esse defeito de nascença pode causar atraso no crescimento da criança. No entanto, também pode ser monitorado através de um ultra-som quinzenal.

O casal está muito feliz e agradece a Deus por ter procurado uma segunda chance à Teddy, que agora está com 7 meses.

Quando Teddy nasceu, foi colocado filme plástico em seu intestino por cerca de 15 dias para dar o seu tempo de estômago crescer. Assim, seus órgãos poderiam ser colocados para dentro do seu corpo novamente. Depois da cirurgia, Teddy ficou 8 semana no hospital e pode voltar para casa, felizmente com muita saúde.

Holly ainda retomou contato com o médico que sugeriu o aborto para falar que seu filho sobreviveu, o especialista se desculpou e desejou felicidades à família.

A história de Teddy vem como prova de que nunca devemos perder a esperança. Muita saúde e alegria para Teddy e sua família!

Fotos: Reprodução

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