Luisa Mell criticou o uso de penas em fantasias ao revelar a crueldade por trás disso


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Luisa Mell procura sempre colocar o bem estar dos animais em primeiro lugar. Desta vez, a ativista criticou o uso de plumas e penas em fantasias de Carnaval usando seu perfil no Instagram. “Poucos se questionam sobre a origem das plumas e penas que adornam os corpos das deusas dos desfiles. Esse materiais nobres provêm de aves como faisão, pavão, ganso ou avestruz. E essas penas não caem naturalmente. Trata-se de uma indústria bastante cruel“, escreveu Luisa nesta terça (13).

“Para arrancar as penas das aves, são usadas técnicas como a do zíper: elas são levantadas pelo pescoço, as pernas amarradas e então as suas penas são arrancadas. Esse processo provoca dor, sofrimento e as deixa expostas ao sol e a infecções graves. A luta dos animais durante este processo chega a provocar fraturas. Os avestruzes, que vivem aproximadamente 40 anos, todos os anos sofrem com essa brutalidade. É que as pessoas desses animais são uma verdadeira mina de ouro: uma única pena de faisão, por exemplo, pode chegar a custar 100 reais. Mas existem centenas de outros materiais. Mas infelizmente a maioria continua achando chique vestir penas verdadeiras, lotadas de dor e sofrimento. Lutarei até o fim por um carnaval sem crueldade!“, escreveu Luisa.

Poucos se questionam sobre a origem das plumas e penas que adornam os corpos das deusas dos desfiles. Esse materiais nobres provêm de aves como faisão, pavão, ganso ou avestruz. E essas penas não caem naturalmente. Trata-se de uma indústria bastante cruel. Para arrancar as penas das aves, são usadas técnicas como a do zíper: elas são levantadas pelo pescoço, as pernas amarradas e então as suas penas são arrancadas. Este processo provoca dor, sofrimento e as deixa expostas ao sol e a infecções graves. A luta dos animais durante este processo chega a provocar fraturas. Os avestruzes, que vivem aproximadamente 40 anos, todos os anos sofrem com esta brutalidade.” É que as penas desses animais são uma verdadeira mina de ouro: uma única pena de faisão, por exemplo, pode chegar a custar R$ 100! Mas existem centenas de outros materias! Mas infelizmente a maioria continua achando chic vestir penas verdadeiras… lotadas de dor e sofrimento Mas lutarei até o fim por um carnaval sem crueldade!

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Enquanto parabenizava Sabrina Sato por sua fantasia sem nenhuma pena, Luisa criticou as fantasias com esses adereços e, como exemplo, publicou uma usada por Ana Beatriz Godoi, madrinha de bateria da Unidos da Vila Maria, escola de samba de São Paulo.
Entretanto, ao ver a publicação, a passista respondeu também em seu próprio Instagram. Ao compartilhar uma foto antiga de Luisa Mell no Carnaval, usando uma fantasia com plumas, ela disse: “Acho que a senhora Luisa Mell se esqueceu do seu passado. Antes de me atacar, vejam essa foto. No mínimo 300 penas de animais, sem contar que ela passou a noite no Carnaval. Ela deveria odiar, né? Você deveria odiar o Carnaval, mas estava lá aplaudindo…“, respondeu Ana Beatriz.
No entanto, os fãs da ativista não deixaram a situação ficar deste forma e responderam a madrinha de bateria. “Ela errou no passado mas está tentando consertar e você? Para que está feio!“, escreveu uma seguidora. “Evoluir sempre! Regredir jamais (mas aí você está de parabéns, é boa nisso além de passar vergonha)!“, disse outro internauta. “Ainda bem que foi no passado, né? Não entendi esse ataque todo a Luísa Mell. Totalmente desnecessário esse discurso de ódio. Triste e feio!“.
Após tantos comentários, Ana Beatriz publicou um esclarecimento em seu Instagram nesta terça-feira (13): “O que seria do Carnaval sem penas e plumas? Impossível imaginar, né? O fato é que o uso desses materiais é mais tradicional do que a figura indígena nos desfiles das escolas de samba. Respeito a opinião de todas as pessoas e ativistas que são contra o uso das penas. Mas tenho uma opinião um pouco diferente sobre o assunto“.

O que seria do Carnaval sem penas e plumas? Impossível imaginar, né? O fato é que o uso desses materiais é mais tradicional do que a figura indígena nos desfiles das escolas de samba. Respeito a opinião de todas as pessoas e ativistas que são contra o uso de penas. Mas, tenho uma opinião um pouco diferente sobre o assunto. Não acho que podemos falar de exploração animal quando sabemos da origem dos materiais. Quando compro (junto com o meu atelier) as penas, quero saber antes de mais nada a origem. Hoje, inclusive, o Ministério da Agricultura já fiscaliza com mais rigor a importação desses produtos. Por isso, vamos respeitar a diversidade do Carnaval, as opiniões e, principalmente, as escolhas de cada um. Vamos cultivar mais a tolerância?

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Bom, parece que a rainha de bateria ficou mesmo um pouco parada no tempo, não acha? Por que prejudicar animais se podem ser usadas penas falsas ou fantasias como a da Sabrina Sato? E Luisa Mell respondeu a polêmica à revista Veja. “Infelizmente, não nasci vegana. Não tinha a consciência que tenho hoje. Já comi carne, fui a circos…””, disse.
A foto que Ana Beatriz compartilhou foi tirada há quinze anos, o primeiro carnaval na avenida da ativista. Mas no seu segundo carnaval, a história foi outra. “No meu segundo ano de desfile, assim que soube da maldade que é arrancar as penas, não usei. Nem nunca mais. Naquela época, não havia informação. Hoje, as pessoas sabem, mas preferem ignorar”.
No Carnaval do ano passado, Luisa Mell participou do desfile da Águia de Ouro, mas com uma condição. A ativista pediu que a agremiação inteira não utilizasse penas ou plumas, e o pedido atendido pelos carnavalescos. O enredo da escola falava sobre o amor entre animais e humanos.
Enquanto lutamos pelos direitos dos animais, a passista Ana Beatriz parece ignorar, pois acredita que faz parte de uma ‘tradição”. Bom, é uma tradição cruel começada anos atrás e que, como o mundo e as pessoas mudam, ela está pronta para ser quebrada. Realmente as escolas que utilizam tamanha agressão aos animais não merecem de forma alguma serem vencedoras, não acha?
Fonte: Veja
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