Elefante experimenta ser livre pela primeira vez após décadas de trabalho e exaustão


Elefante conhece a liberdade
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Foram necessários anos – ou melhor, décadas – para que Nosey, um elefante de circo, tivesse a chance de ser livre pela primeira vez após muito tempo.

Quando tinha apenas dois anos de idade ele foi tirado de sua mãe, na África, e foi mandado para os Estados Unidos. Era início da década de 1980. E desde então, há mais de 30 anos, sua vida se resume a ser a atração de um circo do ‘Liebel Family Circus’.

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Mesmo sendo portador de sérias doenças, como uma degenerativa nas suas articulações, ele ainda sofria com a forte cobrança de seus treinadores e dos responsáveis por outros circos – quando ele era alugado para apresentações.

Após inúmeras (e sem sucesso) petições de pessoas preocupadas com seu bem-estar, a reviravolta em sua vida demorou para acontecer. Mas, aconteceu!

Durante uma viagem do circo, após a quebra do caminhão que o transporta, pessoas que o viram em seu trailer se mobilizaram para avisar as autoridades a respeitos das condições às quais ele estava submetido. O susto se deu pelo tamanho do trailer do elefante, pois era minúsculo, o que o impossibilitava de fazer qualquer movimento. E quando policiais chegaram, o confiscaram após ver que as condições eram realmente inadequadas.

O caso foi para na Justiça e ficou determinado, a princípio, que o animal não poderia mais viver no circo. As circunstâncias o levaram a um santuário animal – que já havia tentado comprá-lo em uma outra oportunidade.

Uma nova vida

Agora vivendo no Tennessee, Nosey tenta recuperar todo o tempo que tiraram dele. Livre, ele ainda parece estranhar um pouco caminhar sem as correntes que o prendiam. Mas já se adaptou à vida com outros elefantes, uma convivência que também foi privada durante todos os anos de circo.

Foto: Facebook / The Elephant Sanctuary in Tennesse

Até que a Justiça determine em definitivo qual será o destino do mamífero, ele terá, finalmente, um lar que o acolha. Ao lado de outros de sua espécie e de pessoas que o querem bem, o destinou tardou a sorrir para ele, mas pelo menos o fez. Esperamos que, em hipótese alguma, o devolvam ao lugar que lhe faz tanto mal.

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