Corinthians organiza festa de Páscoa para torcedores mirins e carentes. E o time de cada um é o que menos importa


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A chegada da Páscoa é uma das melhores horas para todos nós nos mobilizarmos. Tão gratificante quanto curtir o feriado ao lado da família e dos amigos, é poder fazer o bem e a diferença na data de muitas crianças.

O Corinthians realizou a sexta edição de sua festa anual de Páscoa, que faz parte do projeto social Time do Povo. A ação reuniu cerca de 350 crianças que ganharam ovos de Páscoa e kits com doces e material escolar. Além disso, os pequenos tiveram a chance de conhecer alguns jogadores do clube – o zagueiro Pablo, o meia Pedrinho e o atacante Léo Jabá – e o rapper Rappin’ Hood, um dos responsáveis por animar a festa.

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Mas o mais legal de tudo é que a ação não se limitou apenas a torcedores do alvinegro. Pelo contrário. A festa solidária contou também com a garotada adepta dos times rivais. Era uma grande confraternização. Em um momento curioso, quando algumas das crianças gritavam “Vai, Corinthians”, um menino de 5 anos tomou posse do microfone e gritou “Vai, Palmeiras”, o que fez com que todos ali presentes dessem risada.

O meia Pedrinho, 18, que subiu esse ano para os profissionais da equipe, comentou ao site ‘Meu Timão’ a respeito da iniciativa solidária: “Eu sou de Maceió, não tive essa oportunidade de conhecer ídolos. Mas fico feliz por essa criançada que vi hoje, que pôde conhecer alguns dos ídolos do futebol profissional. Feliz pelo privilégio também de ter sido chamado”.

O atacante Léo Jabá, atleta de 18 anos que foi promovido no ano passado à equipe principal, disse estar orgulhoso de poder participar da festa e estar perto da garotada: “Acompanhei no ano passado esse projeto pelo Instagram. Fico feliz por agora ter recebido convite, por estar realizando o sonho dessa molecada e ainda mais feliz por eles me verem como um espelho”, comentou.

  1. Foto: Lucas Faraldo / Meu Timão

O projeto é voltado, principalmente, a jovens e crianças que dependem do auxílio de comunidades e instituições filantrópicas. Time é o de menos. O que vale é poder fazer a diferença na vida dos pequenos. O projeto mostra que rivalidade é só dentro do campo.

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