Cão emociona ao ser encontrado todos os dias visitando o túmulo de um rato, seu melhor amigo


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Cães nos mostra todos os dias como podem ser nossos melhores amigos. Mas não é apenas com humanos que se restringe esse sentimento de lealdade, mas também com animais de raças totalmente diferentes.

Há alguns anos, Barlow estava em um abrigo de animais, até que ele foi adotado por Liza Mckenzie e sua família, e finalmente encontrou seu lugar. No entanto, alguns meses depois, o cão foi apresentado a vários gatinhos recém nascidos. Isso porque a família havia sido convidada a ficar com os roedores depois que um professor na escola de seus filhos adotou um rata que estava grávida.

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Liza estava insegura de como Barlow reagiria a ter ratos ao redor da casa, ou se eles ficariam assustados com o cão, então se certificou para que fossem apresentados antes. “Ele [Barlow] se encaixa muito bem na nossa família. Decidimos levar os três meninos – Chippy, Dewey e Mud Truck”, disse Liza. “Desde o começo, notei que, enquanto Dewey e Mud Truck pareciam se afastar de Barlow, Chippy sempre estava por perto”.

Barlow gostava de passar o tempo com os pequenos roedores enquanto eles vagavam e esse era o início de uma bela amizade entre ele e Chippy. “Chippy era o único dos ratos que queria estar tão perto de Barlow quando possível sempre que ele estava no quarto”, disse. “Chippy podia mordiscar as grandes garras de Barlow, que simplesmente ficava deitado. Eu realmente sabia que Chippy e Barlow eram ligados quando eu vi como Barlow passava tanto tempo lambendo Chippy como se ele fosse uma mãe e Chippy era seu bebê. Ele compartilhava seus agrados com Chippy”.

Mas não era apenas o cachorro quem se aproximava dos ratos. A família havia se apegado a todos, mas, infelizmente, a vida de um rato é de cerca de dois anos. Dewey foi o primeiro a passar pela velhice, seguido por Mud Truck alguns meses depois. Mas Chippy ainda tinha seu cuidador canino, apesar de perder seus irmãos.

Infelizmente, a saúde de Chippy começou a deteriorar-se também. Mesmo durante os momentos mais difíceis, o ratinho encontrou conforto em Barlow. “Ele adorava dormir ao lado da barriga quente de Barlow tão frequentemente quanto podia e Barlow era tão gentil como sempre foi com seu amigo doente”, disse Liza.

Apesar de ser um rato cheio de espírito de luta, Chippy faleceu e toda a família, incluindo Barlow, ficou destruída. “Senti como se fosse um testemunho tão poderoso do vínculo muito real entre eles e eu sabia que nunca seria capaz de transmitir a maneira como Barlow estava reagindo com palavras”, afirmou.

Quando Liza se aproximou da sepultura de Chippy, Barlow a acompanhou no jardim, enterrando-o ao lado de seus outros irmãos. Entretanto, quando Liza o enterrou, o cão queria ficar junto ao túmulo de seu melhor amigo. Nos dias seguintes, toda vez que Barlow saía, ele sempre seria encontrado visitando Chippy.

Veja Barlow dando adeus à Chippy, que esta dentro da caixinha:

A expressão de tristeza de Barlow para a morte de Chippy continuou, mas, eventualmente, as visitas ao túmulo se tornaram menos frequentes. Liza vê isso como uma forma de compreensão: “Eu acho que ser capaz de processar a morte de Chippy de uma maneira que ele entendeu, cheirando e lambendo o corpo de Chippy, ajudou-o a passar pelo que os humanos chamam de tristeza mais rapidamente”, disse. “Sinto-me mais em paz sabendo que Barlow entende exatamente onde está o amigo e o que aconteceu com ele. [Chippy] era um pequeno homem especial. Nós sentimos falta dele todos os dias”, finaliza.

Barlow no túmulo de seu melhor amigo, Chippy

Perder um animal de estimação nunca é fácil, mas a memória sempre ficará, para sempre, tanto para a família como para o cãozinho que perdeu um amigo tão querido.

 

Fonte: Unilad

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