Brasileira viaja até Uganda para salvar escola que tinha os ‘banheiros’ dentro das salas de aula


PUBLICIDADE
Veja a realidade destas crianças

A Uganda é um país africano e como muitos de seus vizinhos, sofre com seus políticos e com a falta de atenção de muitas pessoas. O país que fica no centro da África ocupa a 163ª colocação em um ranking com 188 países a respeito do IDH(índice de desenvolvimento humano). E no campo da educação as coisas não são melhores, entre os adultos com mais de 15 anos, 63% não sabem ler e escrever. E o futuro não parece promissor, já que 54% das crianças estão fora da escola. Mas não é só isso, a falta de professor também dificulta a situação, já que para cada professor existem 46 alunos.

Uma psicóloga brasileira chamada Elisa Pires descobriu toda esta situação em 2013, durante uma visita ao país africano. Neste momento, ela conheceu a escola Saint Mary`s, na zona rural de Uganda, e pôde perceber a pobreza naquele local. O espaço da escola era pequeno e não havia nem refeitório e nem banheiros, apenas baldes e mictórios.

PUBLICIDADE

A brasileira tentou ajudar como podia, mas ainda não era o suficiente, faltava muito dinheiro. E dois anos depois de tudo, em 2015, ela soube que o local seria reformado. “Eu tinha continuado em contato com os empreendedores locais de Uganda, aí me falaram da mudança do colégio. Foi aí que escrevi um projeto para ele. Queria que fosse uma escola que se sustentasse”.

A reconstrução

Apesar da vontade, todos sabiam que nada seria possível sem dinheiro. Foi então que Elisa, sua amiga Suzy Shingaki e um outro colega chamado Marcelo Carvalho decidiram ajudar. Quando os três se aventuraram neste desafio, elas não imaginavam que a realidade era tão difícil. As crianças trabalhavam depois das aulas, as moradias não possuíam saneamento básico e a pobreza era extrema.

Mas eles não desistiram e o objetivo é arrecadar o valor de 100 mil para a construção de três salas, uma cozinha e mais um espaço na escola. Elisa diz que até o momento já arrecadaram 18 mil e que seguem nesta batalha para conseguir dar uma “nova vida” para esta escola.

Quer saber mais sobre o projeto? Clique aqui.

POSTS PATROCINADOS